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Cuba e Outras Ilhas se apresentam e discutem a importância da arte e a cultura

A banda Cuba e Outras Ilhas, formada por Alexandre Cuba (vocal e violão), Bob (baixo) e Fabricio Jah (bateria) fez três show neste sábado (21/03/2026).

A data do show, dia 21 de março, também marca três celebrações importantíssimas e que dialogam com a arte produzida pela banda Cuba e Outras Ilhas: o Dia Internacional das Florestas, O Dia da Eliminação da Discriminação Racial e o Dia Mundial da Poesia. A formação do grupo é composta por Alexandre Cuba (voz e violão), Bob (baixo) e Jah Fogo (baterista). A sonoridade do grupo incorpora rock com música popular brasileira, além de pitadas de soul music e funk norte-americano. A setlist é composta de covers e composições autorais. O repertório tocado incluiu clássicos como Jorge da Capadócia  de Jorge Ben Jor em um Pout Porri que conta com Racionais MC’s , Youssou N’Dour, Portshead e Fagner, “Trem Azul” de Lô Borges, “Vapor Barato” do Rappa e “Tive Razão” do Seu Jorge. Algumas das músicas escritas por Cuba e a banda tocadas naquele dia foram “Ele é Demais”, “Olhos Famintos”, “Sobre-Humana”, “Além da Alma” e “A Rua Te Abraça”. O técnico de som do evento foi Zé Koé e sua equipe, que também registrou a apresentação visualmente.

Apresentação da banda Cuba e Outras Ilhas na EMEF Palimércio (Foto: Zé Koé)

Apresentação da banda Cuba e Outras Ilhas na EMEF Palimércio (Foto: Zé Koé)

O sábado foi um dia ensolarado em grande parte do tempo e essa atmosfera estava presente na identidade do Cuba e Outras Ilhas: tanto no som quanto nas roupas dos músicos, que vestiam cores quentes e que remetiam a países tropicais.

Os artistas, que tiveram o evento produzido pela Trinca, começaram o dia com uma apresentação na EMEF Maria R.L. Pontes (Irmã Dulce) às 11h e depois, mais tarde, às 15h30, fez outro show na EMEF Coronel Palimércio de Rezende. Ambas as apresentações foram na zona sul de São Paulo e fazem parte de uma iniciativa do projeto Escola Aberta – em que escolas municipais abrem suas portas a todos para transformar o lugar em um espaço de convivência, lazer, cultura e troca comunitária. A entrada do evento foi gratuita.

O grupo encerrou a noite com às 23h30 no Cadoz Underground Beer, localizado na zona norte de São Paulo.

A equipe de comunicação da Trinca (formada por Conrado Parra e Nathaly Braga) além de filmar e fotografar os shows, conversou com os três artistas após a primeira apresentação. Confira abaixo a entrevista realizada na EMEF Irmã Dulce.

Qual a importância da arte e a cultura pra você?

Cuba: A arte e a cultura já fazem parte da minha vida a muito tempo, talvez de outra vida. É muito bom viver esse momento e poder produzir o meu trabalho, produzir outras pessoas e fazer conexões com muita gente. Isso pra mim faz toda a diferença. É o que me faz viver, o que me motiva, dentre outras coisas.

Bob: Eu acho que é tudo. É o que forma a juventude, o futuro, pra tudo. É importantíssimo em todos os sentidos.

 O baixista Bob (Foto: Zé Koé)

O baixista Bob (Foto: Zé Koé)

Jah: A arte e a cultura tem uma extrema importância porque ela consegue preencher algumas lacunas que na nossa sociedade precisam ser preenchidas, então a arte faz com que a gente desenvolva o nosso intelecto, o nosso espírito, a nossa sensibilidade. A arte e a cultura são muito importantes para que as pessoas tenham sensibilidade.

Quais são as suas principais influências musicais? E como elas se inserem na sonoridade de “Cuba e Outras Ilhas”?

Cuba: Eu tenho uma influência gigante… eu ouvia de tudo. Eu não tenho restrição quanto a nenhum tipo de arte, inclusive não só a música: a arte, artistas plásticos, a literatura, enfim, todo tipo de arte me influencia. Musicalmente, eu ouvi desde Jorge Ben até Led Zeppelin, então, a extensão é muito grande. E todos os trabalhos que eu faço musicalmente acaba reverberando essa influência. Como eu sou compositor por essência, as letras advém de inspirações de segmentos [como] barroco, parnasiano, coisas, enfim, [como] Aldous Huxley.

Bob: A base é a música popular brasileira, com influências também do pop mundial, influências latinas, do rock, do punk, geral.

Jah: A principal de todas é o reggae, mas eu também tenho muita influência com Tim Maia, com brasilidade, com MPB brasileira, Chico Buarque. Eu gosto muito de Bob Marley, gosto muito de Peter Tosh, mas também gosto muito de Djavan, então eu misturo um pouco do reggae, do funk, do soul e com isso eu consegui trabalhar com o Cuba e fazer a minha parte no Cuba e Outras Ilhas.

Alexandre Cuba

Alexandre Cuba (vocal e violão) durante apresentação do Cuba e Outras Ilhas (Foto: Zé Koé)

Deixe uma mensagem para quem não conhece o som do “Cuba e outras ilhas”. Por que as pessoas deveriam escutar Cuba e Outras Ilhas?

Cuba: Essa é, essa é uma pergunta que vale milhões, né? Por que as pessoas deveriam escutar? Uma que não é um dever, né? Elas poderiam ouvir para quem está aberto a coisas diferentes…e não diferente porque é melhor, mas porque é diferente. É uma coisa que eu faço de dentro, do meu coração. Tem as minhas influências, obviamente, mas eu queria dividir isso com outras pessoas, porque eu entendo que o meu trabalho é quase que uma recepção ali. Eu sou um receptor do universo. Alguém me passou isso no universo e eu quero dividir isso com quem quiser consumir. Sejam bem-vindos a esse Arquipélago Cuba e Outras Ilhas!

Bob: Eu acho que é um som bem legal, porque manda uma mensagem social. Não é só pra diversão, né? Tem uma mensagem ali. Acho que é muito importante a divulgação dessa mensagem.

Jah: Olha só… se você não conhece Cuba e Outras ilhas, é hora de você conhecer, porque é um som diferenciado, um som autoral, uma música cheia de poesia e cheia de significado, com uma qualidade musical muito boa. O Cuba é um grande artista, um grande compositor e uma grande pessoa, então se você não conhece Cuba e Outras Ilhas: essa é a hora de você conhecer!

O baterista Jah Fogo (Foto: Zé Koé)

O baterista Jah Fogo (Foto: Zé Koé)

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Banda Tribo Now

A banda foi formada em 17 de dezembro de 2015, pelo multi-instrumentista Uki em busca das “Graças Perdidas”, juntamente com Ylla, vocalista e violinista de voz doce e violino melancólico. Eles procuraram músicos nos quatro cantos da Terra e em sua busca encontraram: Bass, baixista, construtor de linhas arrojadas, precisas e intensas, trazendo a densidade desejada ao som da banda. Encontraram Batera, baterista, em sua busca pelo ritmo e batida com o vigor primal necessário para implementar a construção sonora e musical que caracteriza a música da TRIBO NOW.

Juntos eles constroem uma fusão mirabolante de múltiplos estilos, ritmos e tendências, é o som multifusion, atrevido, ousado, suave, intenso e poderoso.

O ouvinte será levado numa viagem fantástica através dos poros da realidade, por meio deste experimento científico musical, chaqualhando seus esqueletos e cutucando suas consciências.

Uki é arranjador, compositor e luthier além de ser professor de música desde 1986. Iniciou os estudos musicais entre os 7 anos de idade, aprendendo os fundamentos do ritmo e da melodia. Estudou flauta doce e teoria musical. Formado pelo CLAM Centro Livre de Aprendizagem Musical, o conceituado conservatório do Zimbo Trio, onde teve aulas avançadas de guitarra com o mestre Conrado Paulino.

Participou de diversas bandas autorais desde 1989. A vocalista Ylla estuda violino desde 2008 com Prof. Misael Soares na escola de Artes São Paulo. Estudou canto com a Professora Cristina Allemann, percussão com o Professor e Músico Caio Prado do Samba da Vela. Atualmente integra a Orquestra Silvia Luizada, sob a regência da Maestrina Silvia Luizada, participando de Festivais importantes como Maifest e no Teatro Paulo Eiró, entre outros.

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Oss Botina Amarela – Evento Sertanejo

O “Baile da Cida” foi criado em fevereiro de 1995 por José da Silva e Maria Apparecida da Silva, que eram conhecidos por suas performances como os “Rouxinóis do Sertão.” O programa começou como uma série de apresentações em auditórios, onde amigos e músicos locais se reuniam para tocar e compartilhar suas músicas.

A energia das apresentações logo transformou o evento em um baile, onde o público participava ativamente, dançando e celebrando ao som da música sertaneja.

Com a entrada de Edgar Oliveira em meados de 2014, o programa passou por uma modernização e foi renomeado para “Sertanejo Mix, Jovens e Eternos” e atualmente “Os Botina Amarela”.

Edgar, com sua experiência e visão inovadora, trouxe novas ideias e formatos para o programa, mantendo a tradição, mas ao mesmo tempo, atraindo uma audiência mais jovem e diversificada. Mesmo após o falecimento de José da Silva em 2020, o programa continua a honrar seu legado, sendo um ponto de referência na cena da música sertaneja.

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Sérgião e banda Negro Luxo

O cantor Sérgião e sua banda Negro Luxo se apresenta na icônica casa de Cultura Manoel Mendonça também conhecida como Casa de Cultura de Santo Amaro, onde há exatos 25 anos se constituiu a Comunidade Samba da Vela, portanto o reduto de artistas do gênero na cidade de São Paulo, um espetáculo cheio de ritmo e energia, trazendo o melhor da cultura brasileira para o palco.

Com instrumentos tradicionais, como o pandeiro, o surdo e o cavaco, os músicos irão tocar uma variedade de estilos de samba, desde o samba-enredo até o samba-rock, mantendo o público dançando e cantando junto durante toda a apresentação. Com vocais poderosos e harmonias bem elaboradas, o grupo de samba cria um ambiente contagiante que transporta os espectadores diretamente para as raízes e a história do Samba. Uma experiência única de música e dança que vai fazer todo mundo balançar o corpo.

O cantor barítono com timbre forte e marcante possui um trabalho premiado que se consolidou nos anos 2000 ao receber o endorsement da Timbra/IZZO que é uma parceria na qual ambos caminham lado a lado dentro do seu mercado, levando a referência daquilo que confiam em relação a produtos e do talento em forma de arte do músico que a marca tem o prazer em divulgar oferecendo todos os instrumentos de percussão da marca.

Além disso, seu trabalho que tem como base o samba surpreende pelas fusões musicais propostas em seus shows, onde elementos da Black Music, Blues e Jazz no qual Sérgião foi influenciado e vivenciou ao longo de toda sua trajetória leva o público a uma experiência diferenciada com temas conhecidos que não são originalmente do samba.

Sérgião ainda divide com o público suas canções autorais como: “Águas Cristalinas”, “Leva pro mar”, “Amigo Zé” e “Diz que me ama” presentes nas principais plataformas digitais.

 

SERVIÇO

Samba do Sérgião: A História do Samba e do Povo Preto

Local: Praça Francisco Ferreira Lopes, 434 Santo Amaro.

Data: 14/02 Sexta-feira

Horário: 18h00

Entrada: Gratuita

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Mauro Mendes será homenageado no dia da Consciência Negra

No dia 20 de Novembro, celebramos o “Dia da Consciência Negra”, destacando a memória de Zumbi dos Palmares, principal personagem da resistência e da liberdade do povo africano, aqui no Brasil, escravizado.

A luta por direitos continua ainda hoje, através de personalidades, que ousam transformar seus ideais de justiça e reparação histórica, em arte ou ações sociais.

Mauro Mendes da Cruz, Mauro Mendes “O Coroa”, ou simplesmente Mauro Mendes, será homenageado como uma personalidade que luta pela promoção da igualdade racial na sociedade e na cultura, dentro do Prêmio Amanda França, dedicado a pessoas e entidades que zelam e zelaram pela Igualdade Racial em Osasco e Região. Nascido na cidade de  Delfim, Minas Gerais, cantor, compositor e defensor da causa afro e ancestral. Sua mãe Neucina Alves da Cruz, ou Mãe Neuci, sacerdotisa da Umbanda a mais de 40 anos na cidade de Osasco, lhe deixou o legado da luta pela preservação da cultura africana em nosso  sangue.

Por sua vez, Mauro Mendes é morador de Osasco há 54 anos, compositor de vários temas, entre eles da canção “África” cujos versos nos dizem: “Negro, nosso canto hoje é feliz, mas não vou me esquecer da nossa raiz, por que o negro é lindo e sempre será”. Atua hoje como Ogã no espetáculo ”Terreiro dos Aflitos” da Companhia Àgata de Artes, também dialoga com a intolerância religiosa.

O Prêmio Amanda França  é promovido pela Secretaria Executiva de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Amanda França foi à primeira secretária, sendo falecida em 2023, sendo Deise Ventura a atual secretária.

O título concedido a Mauro Mendes faz justiça, a quem sofreu por preconceitos na infância, serviu de amparo à preservação da religiosidade afro na família, incentiva a produção  teatral militante e transforma em música, o anseio por uma sociedade mais justa.

Quem quiser prestigiar o evento em que o título será entregue ao militante Mauro Mendes, abaixo todas as informações.

SERVIÇO:  Prêmio Amanda França

DATA:  27 de Novembro de 2024

HORÁRIO:  A partir das 18:00

LOCAL:   Teatro Grande Otelo Osasco, Rua Dimitri Sensaud de Lavoud, 100, Vila Campesina, Osasco, SP.

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Bar Brahma e Alexandre Cuba homenageiam compositores negros

Bar Brahma, templo musical paulista, traz Alexandre Cuba, acompanhado do músico Junior Mississipi para homenagear compositores negros.

A CONSCIÊNCIA NEGRA 

O dia 20 de Novembro, foi instituído oficialmente como o “Dia da Consciência Negra“, celebrando a vida e a obra de Zumbi dos Palmares, principal ícone de resistência e acolhimento dos escravizados em nosso país.

Lembrar dessa resistência e o clamor por uma reparação histórica e social até os dias de hoje, é tornar pública também as influências africanas ao nosso povo.

Sem nos esquecermos que esse processo só ocorreu diante da escravidão de inocentes, basta citar a Gastronomia, Religião, Moda e finalmente a Música Popular Brasileira, algumas linguagens que traduzem a importância dessa miscigenação.

Essa última, a música com influência afro, ofereceu ao mundo o mais delicioso banquete sonoro, temperado por poesia, ritmo e vozes vindos do âmago de compositores afrodescendentes.

COMPOSITORES NEGROS SERÃO HOMENAGEADOS

O compositor e letrista Alexandre Cuba, apresenta no mês da consciência negra, no Bar Brahma, templo musical paulista, suas influências e inspirações, com o projeto “ Compositores Negros” , onde faz releituras das canções de artistas como Itamar Assumpção, Gilberto Gil, Djavan e clássicos de grandes compositores da nossa cultura popular.

Fundador da banda Cuba & Outras Ilhas em 2018, e também gestor cultural, atualmente se dedica à sua carreira solo ao lado do amigo advogado, multi-instrumentista e luthier Júnior Mississippi.

Cuba que compõe desde a década de 1980, influenciado por grandes nomes da nossa música popular brasileira, faz uma homenagem aos compositores negros que contribuíram de alguma forma para construção de sua carreira artística.

Com mais de 100 composições registradas na União Brasileira de Compositores, UBC, Alexandre Cuba passeia em seu repertório autoral com canções como: “Centro Velho”, “Sentidos”, “Feitiço” e “Tudo pra voltar no tempo”.

A canção “Centro Velho” foi composta em um período em que o artista se dedicava ao mundo corporativo, mais precisamente na área de Tecnologia da Empresa Folha de S.Paulo, onde transitou por mais de 20 anos na região, na qual o próprio icônico Bar Brahma pertence e serviu de palco para grandes nomes da nossa música brasileira.

Um trabalho com atmosfera teatral, por suas letras, arranjos e visuais que se misturam com a nostalgia da música poética e a atualidade intimista dos efeitos, que podem surpreender por suas execuções propostas não convencionais.

 

SERVIÇO:

Data: 27 de novembro de 2024
Local: Bar Brahma
Ambiente: Esquina da MPB
Horário de abertura do ambiente: 18:00
Horário previsto para início do evento: 20h30
Endereço: Avenida São João, 677 – República – São Paulo
Telefone de Reservas: (11) 94745-8186
Serviço de valet: R$ 40 (terceirizado)
Ingressos: Clique aqui
Censura: Menor de idade apenas acompanhado do responsável

 

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Projeto “Fome” oferece teatro e música gratuita

Amparado  pela Lei Paulo Gustavo, “FOME”, condensa  teatro, música e dança dentro de um único contexto, explorando letras inquietantes, poesia moderna e performance.

O projeto artístico “FOME”, realizado pela Trinca Produtora, estará dia 22 de Setembro,  a partir das 13 horas, no Teatro Clara Nunes, no município de Diadema, São Paulo, com uma chance  imperdível ao público em geral, pela gratuidade na bilheteria e diversidade no seu formato.

As linguagens enraizadas no projeto exploram o sentido literário e metafórico do tema, como por exemplo, a fome de arte, viver, cultura, humanidade, conhecimento, tempo e principalmente TOLERÂNCIA. Surge aí o primeiro sentimento de FOME, de apetite, pelo diferente, pela inovação.

Com uma nota expressiva no edital da Lei Paulo Gustavo da cidade o projeto apresenta ainda como contrapartida a arrecadação de 1 kg de alimento a serem destinados à ONG Amigas Solidárias de Diadema.

O projeto consiste em um  workshop de técnicas teatrais e  a  apresentação de um espetáculo, presencial  multimídia, na qual três linguagens, música, teatro e dança, enriquecem, se completam e são conectadas em torno do mesmo tema.

Objetivos do projeto em meio a todo este manifesto busca angariar uma massa crítica ao trabalho do letrista, compositor e gestor cultural Alexandre Cuba.

Com  sua experiência de mais de 25 anos no mundo corporativo, Cuba promove o encontro das artes como um projeto de gestão de pessoas envolvidas com a cultura, em vários segmentos, explorando textos e intervenções artísticas do ator e dramaturgo Silvio Tadeu e da atriz Ju Camata, a performance dos bailarinos, Renam Bonfim e Davi Santos além de criar oportunidade para a Associação ZUM KE LÉ “Ritmo, Cultura de Cidadania” idealizada pelo percussionista e educador Henrique Miranda, que apresentará seus alunos, crianças e jovens adolescentes da região periférica da Zona Sul de São Paulo.

Por fim, o evento oferece um sorteio de uma cesta de café da tarde ao final do espetáculo.

Contando com toda estrutura do Teatro, a apresentação terá como acessibilidade um intérprete de libras para enriquecer a inclusão social e completar as ações pensadas para integrar e construir um movimento de agregação aos interessados em crescer, avançar e valorizar o que interessa: relações humanas.

SERVIÇO:

PROJETO CULTURAL “FOME” 

Oficina Gratuita de Teatro:

Das 13 às 14h30

Mediadores: Silvio Tadeu e Ju Camata

Show Música Multimídia 

Às 19 horas

Duração: 75 min

Com a banda Cuba e Outras Ilhas

Participação Especial  dos bailarinos, Renam Bonfim e Davi Santos, Associação ZUM KE LÉ “Ritmo, Cultura de Cidadania” e do ator Silvio Tadeu e Ju Camata.

LOCAL:  TEATRO CLARA  NUNES

Rua Graciosa, 300 – Centro, Diadema – SP, 09910-660.

As atividades do projeto “FOME” são gratuitas, sugerimos a doação de 01 Kg de Alimento que será destinada à ONG Amigas Solidárias de Diadema.

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Comentário Musical: “Pássaro Proibido” disco de Maria Bethânia, ano 1976

Considerado como o primeiro disco popular de Maria Bethãnia, “Pássaro Proibido” também chama a atenção pela surrealidade de seus arranjos e letras.

Ouça nosso Comentário Musical 

 

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Comentário Musical: Novo disco de Alaíde Costa

No meu Comentário Musical desta semana, destaco o lançamento do novo disco de Alaíde Costa, cantora que está fazendo ressurgir a Bossa Nova no auge dos seus 80 anos, com reconhecimento por sua contribuição no surgimento do estilo, pelo público e crítica.
Foto: o músico e parceiro Alexandre Cuba e Alaíde Costa

https://podcasters.spotify.com/pod/show/rdio-assinatura-contedos/episodes/Comentrio-Musical-com-Silvio-Tadeu-2307-e2miss7/a-abf4rm1

 

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Cuba e Outras Ilhas no dia do Rock

No Dia Internacional do Rock, a banda Cuba & Outras Ilhas  mostra suas influências nos estilos Pop e MPB, em Diadema, município de São Paulo.

A banda que está ativa há 6 anos com atuações em diversos espaços públicos, como: Teatros, Casas de Cultura, Fábricas de Cultura, Palco Culturando no Festival de Barretos e editais, está em estúdio gravando seu 4º trabalho fonográfico, agora literalmente com Outras Ilhas.

Um álbum que promete se conectar com vários gostos musicais e colocar um pé na música popular brasileira por conta das referências do mentor e fundador da banda o  compositor Alexandre Cuba.

“Eu tenho um sentimento de ser usado como receptor nas minhas composições. Algumas inspirações que resultam em uma canção são situações que qualquer um pode viver, mas, ninguém que eu conheça tenha vivido. Mesmo assim eu conto uma história.”

Afirma Alexandre Cuba,  que se lançou recentemente em carreira solo, segue uma trajetória organizada e sólida com participações em importantes editais Municipais e Federais.

A banda está em seu 4º registro fonográfico, com assinatura luxuosa da produção de Daniel Maia. Multi-instrumentista e produtor do genial Tom Zé.

Local: Rua Graciosa, 300 – em frente ao Teatro Clara Nunes | Diadema-SP.
Data: 13/07
Horário: 19h
Ingressos: Gratuitamente no local

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