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Terceira edição do Palco Arteculando celebra a riqueza da música brasileira e o grafite

Palco Arteculando

A terceira edição do Palco Arteculando aconteceu na última sexta-feira de março – 27/03 – na Casa de Cultura Hip-Hop Sul (localizada na Vila São Pedro).

Como um festival de artes integradas, o evento contou com duas atrações de áreas diferentes: uma apresentação musical da Banda D’Jorge e um workshop do oficineiro e artista Kiabo, que ministra a oficina de grafite na mesma Casa de Cultura. O produtor e gestor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, foi o Mestre de Cerimônias mais uma vez.

Banda D'Jorge (Foto: Sina Daguerri)

Banda D’Jorge (Foto: Sina Daguerri)

A banda D’Jorge, que é formada por alunos da Tech Art Musical — uma das parceiras do Palco Arteculando desde a primeira edição —, apresentou-se em um setlist de aproximadamente 45 minutos. A sonoridade do grupo, apesar de beber das influências do rock, foi bem diferente das outras apresentações: o balanço do reggae se fez presente em várias das músicas cantadas naquela tarde ensolarada da zona sul de São Paulo. O grupo é formado por quatro integrantes: Jorge Alves Filho (vocal), Júlia Seraphim (baixo), Alex Paixão (bateria) e João Victor Ferreira Souza (guitarra). Todos cantaram, com exceção do guitarrista.

O repertório tocado no show incluiu diversas pérolas de artistas consagrados da música brasileira, como Chico Science & Nação Zumbi (“Praieira”), Cássia Eller (“Malandragem”), O Rappa (“Vapor Barato”), Gilberto Gil & The Wailers (“Vamos Fugir”), Chimarruts (“Meu Erro”), Natiruts (“Quero Ser Feliz Também” e “Deixa o Menino Jogar”), Sandra de Sá (“Soul de Verão”), Teatro Mágico (“Cidadão de Papelão”) e Planta e Raiz (“Com certeza”).

As músicas foram intercaladas com um bate-papo informal de Alexandre Cuba com o oficineiro Kiabo, que falou um pouco mais da sua trajetória no grafite, a importância de seu contexto histórico e cultural, a conexão com as artes visuais e o movimento hip-hop. O dia 27/03 é considerado o Dia mundial do Grafite, então a data foi mais do que apropriada para esta celebração.

A gente não precisa ver a mesma coisa, mas precisamos olhar para o mesmo lado para chegarmos juntos onde queremos, comentou o apresentador do projeto Alexandre Cuba sobre esta terceira edição do Palco Arteculando.

Alexandre Cuba, Kiabo e Júlia Seraphim (Foto: Sina Daguerri)

Alexandre Cuba, Kiabo e Júlia Seraphim (Foto: Sina Daguerri)

O Palco Arteculando também contou com o apoio dos alunos da oficina de Produção Cultural (que é ministrada por Alexandre Cuba) e audiovisual (que é ministrada por Juliano Angelin) nos bastidores. Depois do encerramento da terceira edição, Juliano e os alunos da oficina de audiovisual entrevistaram a Banda D’Jorge e também o Kiabo. As entrevistas estarão disponíveis em breve no canal do Juliano Angelin no YouTube e no perfil do Instagram do Palco.

Jorge, um dos vocalistas da Banda D'Jorge (Foto: Sina Daguerri)

Jorge, um dos vocalistas da Banda D’Jorge (Foto: Sina Daguerri)

Relembre no site da Trinca como foram a primeira e a segunda edição do Palco Arteculando.

O evento ocorre tradicionalmente na última sexta-feira de todo mês, mas a quarta edição, realizada no mês de abril, vai acontecer no sábado, 25/04, no local de costume, a partir das 14h, com as seguintes atrações:

Banda Ante Meridien: Uma mistura, reggae, rock e HipHop

Banda Nexus: Com um repertório mais Rock de levantar a Galera tais como: Rage Agaist Machine, System of a Down e Metallica

Danger Zone: A banda que nasceu no palco Arteculando, tá estruturada e com um pop rock mais eclético. E o melhor, tem conseguindo arrastar o público da Escola Tech  Art Musical por onde tocam.

Banda Versage: Uma apresentação eclética de releituras de Amy Winehouse, Cássia Eller, Rita Lee, Duran Duran entre outros, com parte da banda que têm em sua trajetória canções autorais, projetos acústicos, e conta com talento do Multinstrumentista Albert Lemos com apresentações em Cruzeiros, Palcos gigantes e Teatros com outras bandas como Queen Live Kids.

Batalha de Desenhos: Para abrilhantar o evento os alunos e professores da Uniart Escola de Desenho irão apresentar uma batalha de desenhos no espaço dando aquele clima descontraído e diferente como o Palco Arteculando sempre oferece aos participantes.

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Cuba e Outras Ilhas se apresentam e discutem a importância da arte e a cultura

A banda Cuba e Outras Ilhas, formada por Alexandre Cuba (vocal e violão), Bob (baixo) e Fabricio Jah (bateria) fez três show neste sábado (21/03/2026).

A data do show, dia 21 de março, também marca três celebrações importantíssimas e que dialogam com a arte produzida pela banda Cuba e Outras Ilhas: o Dia Internacional das Florestas, O Dia da Eliminação da Discriminação Racial e o Dia Mundial da Poesia. A formação do grupo é composta por Alexandre Cuba (voz e violão), Bob (baixo) e Jah Fogo (baterista). A sonoridade do grupo incorpora rock com música popular brasileira, além de pitadas de soul music e funk norte-americano. A setlist é composta de covers e composições autorais. O repertório tocado incluiu clássicos como Jorge da Capadócia  de Jorge Ben Jor em um Pout Porri que conta com Racionais MC’s , Youssou N’Dour, Portshead e Fagner, “Trem Azul” de Lô Borges, “Vapor Barato” do Rappa e “Tive Razão” do Seu Jorge. Algumas das músicas escritas por Cuba e a banda tocadas naquele dia foram “Ele é Demais”, “Olhos Famintos”, “Sobre-Humana”, “Além da Alma” e “A Rua Te Abraça”. O técnico de som do evento foi Zé Koé e sua equipe, que também registrou a apresentação visualmente.

Apresentação da banda Cuba e Outras Ilhas na EMEF Palimércio (Foto: Zé Koé)

Apresentação da banda Cuba e Outras Ilhas na EMEF Palimércio (Foto: Zé Koé)

O sábado foi um dia ensolarado em grande parte do tempo e essa atmosfera estava presente na identidade do Cuba e Outras Ilhas: tanto no som quanto nas roupas dos músicos, que vestiam cores quentes e que remetiam a países tropicais.

Os artistas, que tiveram o evento produzido pela Trinca, começaram o dia com uma apresentação na EMEF Maria R.L. Pontes (Irmã Dulce) às 11h e depois, mais tarde, às 15h30, fez outro show na EMEF Coronel Palimércio de Rezende. Ambas as apresentações foram na zona sul de São Paulo e fazem parte de uma iniciativa do projeto Escola Aberta – em que escolas municipais abrem suas portas a todos para transformar o lugar em um espaço de convivência, lazer, cultura e troca comunitária. A entrada do evento foi gratuita.

O grupo encerrou a noite com às 23h30 no Cadoz Underground Beer, localizado na zona norte de São Paulo.

A equipe de comunicação da Trinca (formada por Conrado Parra e Nathaly Braga) além de filmar e fotografar os shows, conversou com os três artistas após a primeira apresentação. Confira abaixo a entrevista realizada na EMEF Irmã Dulce.

Qual a importância da arte e a cultura pra você?

Cuba: A arte e a cultura já fazem parte da minha vida a muito tempo, talvez de outra vida. É muito bom viver esse momento e poder produzir o meu trabalho, produzir outras pessoas e fazer conexões com muita gente. Isso pra mim faz toda a diferença. É o que me faz viver, o que me motiva, dentre outras coisas.

Bob: Eu acho que é tudo. É o que forma a juventude, o futuro, pra tudo. É importantíssimo em todos os sentidos.

 O baixista Bob (Foto: Zé Koé)

O baixista Bob (Foto: Zé Koé)

Jah: A arte e a cultura tem uma extrema importância porque ela consegue preencher algumas lacunas que na nossa sociedade precisam ser preenchidas, então a arte faz com que a gente desenvolva o nosso intelecto, o nosso espírito, a nossa sensibilidade. A arte e a cultura são muito importantes para que as pessoas tenham sensibilidade.

Quais são as suas principais influências musicais? E como elas se inserem na sonoridade de “Cuba e Outras Ilhas”?

Cuba: Eu tenho uma influência gigante… eu ouvia de tudo. Eu não tenho restrição quanto a nenhum tipo de arte, inclusive não só a música: a arte, artistas plásticos, a literatura, enfim, todo tipo de arte me influencia. Musicalmente, eu ouvi desde Jorge Ben até Led Zeppelin, então, a extensão é muito grande. E todos os trabalhos que eu faço musicalmente acaba reverberando essa influência. Como eu sou compositor por essência, as letras advém de inspirações de segmentos [como] barroco, parnasiano, coisas, enfim, [como] Aldous Huxley.

Bob: A base é a música popular brasileira, com influências também do pop mundial, influências latinas, do rock, do punk, geral.

Jah: A principal de todas é o reggae, mas eu também tenho muita influência com Tim Maia, com brasilidade, com MPB brasileira, Chico Buarque. Eu gosto muito de Bob Marley, gosto muito de Peter Tosh, mas também gosto muito de Djavan, então eu misturo um pouco do reggae, do funk, do soul e com isso eu consegui trabalhar com o Cuba e fazer a minha parte no Cuba e Outras Ilhas.

Alexandre Cuba

Alexandre Cuba (vocal e violão) durante apresentação do Cuba e Outras Ilhas (Foto: Zé Koé)

Deixe uma mensagem para quem não conhece o som do “Cuba e outras ilhas”. Por que as pessoas deveriam escutar Cuba e Outras Ilhas?

Cuba: Essa é, essa é uma pergunta que vale milhões, né? Por que as pessoas deveriam escutar? Uma que não é um dever, né? Elas poderiam ouvir para quem está aberto a coisas diferentes…e não diferente porque é melhor, mas porque é diferente. É uma coisa que eu faço de dentro, do meu coração. Tem as minhas influências, obviamente, mas eu queria dividir isso com outras pessoas, porque eu entendo que o meu trabalho é quase que uma recepção ali. Eu sou um receptor do universo. Alguém me passou isso no universo e eu quero dividir isso com quem quiser consumir. Sejam bem-vindos a esse Arquipélago Cuba e Outras Ilhas!

Bob: Eu acho que é um som bem legal, porque manda uma mensagem social. Não é só pra diversão, né? Tem uma mensagem ali. Acho que é muito importante a divulgação dessa mensagem.

Jah: Olha só… se você não conhece Cuba e Outras ilhas, é hora de você conhecer, porque é um som diferenciado, um som autoral, uma música cheia de poesia e cheia de significado, com uma qualidade musical muito boa. O Cuba é um grande artista, um grande compositor e uma grande pessoa, então se você não conhece Cuba e Outras Ilhas: essa é a hora de você conhecer!

O baterista Jah Fogo (Foto: Zé Koé)

O baterista Jah Fogo (Foto: Zé Koé)

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Décimo primeiro episódio do Arteculando celebra o Mês da Mulher com as convidadas Karen Prado e Sara Saldanha

No décimo primeiro episódio do Arteculando, da Rádio Alvarenga TV, que foi exibido em 23 de março de 2026 via YouTube, o apresentador, artista e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu as convidadas Karen Prado e Sara Saldanha.

Sara Saldanha, Alexandre Cuba e Karen Prado (Foto: Conrado Parra)

Sara Saldanha, Alexandre Cuba e Karen Prado (Foto: Conrado Parra)

Sara Saldanha é gestora da Uniart – Escola de Desenho e Animação, onde transforma traços em histórias e dá vida aos desenhos. Aos 29 anos, trilha o caminho para se tornar roteirista no universo do cinema e do audiovisual, unindo criatividade e narrativa visual.

Karen Prado é vocalista da banda Pulsos (nomeada em homenagem à clássica composição da cantora baiana Pitty), compositora, estudante de guitarra e canto, além de ser arte educadora da rede Municipal de São Paulo.

A conversa falou sobre a experiência profissional e pessoal das duas convidadas com a arte. Karen, que se apresentou com a banda Pulsos na segunda edição do Palco Arteculando em fevereiro, também comentou sobre como foi cantar e tocar na região em que mora. A conversa também destacou o diálogo da arte com a educação. Prado, que também é professora, comentou sobre o uso que faz do cinema nas suas aulas. Sara também registrou sua paixão pelo setor audiovisual e o interesse por aprender mais sobre a redação de roteiros. Sara Saldanha e os alunos e alunas da Uniart estarão presentes no próximo Palco Arteculando de 27/03, que será localizado mais uma vez na Casa de Cultura Hip-Hop Sul com entrada gratuita.

🎬 O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. Os episódios do Programa Arteculando são exibidos semanalmente toda segunda-feira às 19h no canal do YouTube da emissora. Assista abaixo.

 

 

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Segunda edição do Palco Arteculando une música e dança em celebração da cultura na zona sul paulista

A segunda edição do Palco Arteculando aconteceu na última sexta-feira (27/02), mais uma vez na Casa de Cultura Hip-Hop Sul.

A programação começou com a apresentação tradicional de Alexandre Cuba, gestor cultural, artista e idealizador do projeto.

Ele apresentou os integrantes da banda Pulsos, formada por três mulheres e um homem. A banda foi formada por alunas (Karen Prado no vocal, Carina Dias no baixo e Ana Luiza na bateria) da Tech Art Musical, localizada próxima à região, e o professor André Moraes (guitarra). O nome é uma homenagem à cantora baiana Pitty.

O repertório do grupo contou com covers da própria Pitty como “Máscara”, “Admirável Chip Novo”, “Teto de Vidro”, e também com composições autorais da banda, como “Another Day” e “Black Cat”.

Depois do show, houve apresentação de balé das alunas e alunos da Escola de Dança Pássaro Azul.

Alguns fizeram shows solo e outros acompanhados. As coreografias foram feitas pela professora Madaly Dellima e pela aluna Ana Clara, que também se apresentou. As músicas tocadas durante a apresentação, em ordem cronológica, foram: “The Cheek of Night” de Abel Korzeniowski, “Satanella Male Variation”, “Young and Beautiful” da Lana Del Rey, “I Wanna Be Yours” do Arctic Monkeys e “Enemy” do Imagine Dragons.

O evento contou com a colaboração dos alunos das oficinas de Produção Cultural (ministrada por Alexandre Cuba) e Audiovisual (ministrada por Juliano Angelin, que comandou a captação audiovisual do evento).

A alimentação do público foi feita pelo Shawarma do Sheik e a captação do evento em vídeo foi feita por Gabriel Gonçalves da agência Caixote Digital.

O próximo Palco Arteculando acontece em 27/03, também na Casa de Cultura Hip-Hop Sul, assim como as duas primeiras edições.

🗓️ 27/03 às 16h
📍 Rua Sant’Ana, 201 – Vila São Pedro
🎟️ Entrada Gratuita | Classificação Livre

​Presenças confirmadas:
🎸 Banda D’Jorge
💃 Academia de Dança Pássaro Azul (a confirmar)
🌯 Ateliê Sabor & Amor Eventos
🎓 Alunos de Música, Produção Cultural e Audiovisual

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Sétimo episódio do Arteculando recebe Juliano Angelin e André Moraes

No sétimo episódio do programa Arteculando, da Rádio Alvarenga TV e afiliados, que foi exibido em 23 de fevereiro de 2026, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu os convidados Juliano Angelin e André Moraes. 

 

Juliano Angelin é videomaker, multiartista e educador do Grajaú. Além disto, ele atua há mais de 10 anos como arte-educador em equipamentos culturais da cidade de São Paulo. No audiovisual, transita entre direção, direção de fotografia e edição, com produções experimentais e documentários de cunho libertário e antirracista.

 

André Moraes é músico e produtor com mais de 20 anos de estrada. Ele se formou pelo Conservatório Interlagos, EM&T e UNIMES. Já atuou como professor, técnico de áudio e produtor de diversos artistas e projetos. Há 15 anos está à frente da Escola Tech Art Musical, formando músicos e promovendo grandes eventos.

🎬

 

O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. Os episódios do Programa Arteculando são exibidos semanalmente toda segunda-feira às 19h no app da Rádio Alvarenga TV e no canal do YouTube da emissora. Assista abaixo.

 

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Palco Arteculando estreia na zona sul com música e cultura em movimento

Primeira edição do projeto levou workshop, shows e encontro comunitário à Casa de Cultura Hip-Hop Sul, conectando o rádio ao território

Na última sexta-feira de janeiro (30/01), a Casa de Cultura Hip-hop Sul recebeu a primeira edição do Palco Arteculando. O produtor cultural Alexandre Cuba foi responsável pela apresentação do evento que contou com a apresentação e workshop do baterista Juba da banda Spixelz, além de um show dos alunos da Escola Tech Art Musical. 

Juba abriu o evento agradecendo o convite para se apresentar com sua bateria eletrônica e falando um pouco sobre o que iria tocar naquela tarde. O setlist passeou por vários estilos e épocas diferentes: synthwave (mais popular nos anos 80), o rap (a música tocada foi “Empire State of Mind” de 2009 do Jay-Z), e o atual rock eletrônico de sua banda Spixelz (a composição “Kindred Spirits” de sua autoria). O público foi transportado por via sonora aos anos 80, aos anos 90 e também aos anos 2000. 

Gilberto (nome artístico Juba) começou a tocar bateria aos 14 anos. Ele toca há 40 anos. Já tocou MPB, rock brasileiro, foi professor de música, mas esse foi o primeiro workshop que ministrou.

Depois da apresentação de algumas músicas, que foram intercaladas com uma conversa informal com Cuba, o apresentador do projeto, um convidado da audiência, foi selecionado para participar do workshop e aprender a tocar bateria com auxílio do Juba. O escolhido foi João, apaixonado por música e um dos moradores da região. Ele começou de forma lenta, mas depois conseguiu pegar o jeito com o auxílio do professor, acompanhando a melodia da música “Slow Dancing in a Burning Room” do John Mayer.

A Escola Tech Art Musical se apresentou com duas bandas com formações diferentes. Na setlist da primeira banda, houve espaços para clássicos da música e do rock brasileiros, como Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Cazuza. A segunda focou mais no rock internacional contemporâneo e cantou músicas de bandas como Coast Arcade.

Gabriel Gonçalves, da agência Caixote Digital, foi o responsável pela gravação do evento na íntegra com seus equipamentos. Os alunos e o professor da Oficina de Audiovisual da Casa de Cultura Hip-Hop Sul também participaram da captação de imagens e vídeos, mas de forma independente. A Trinca Produtora, empresa fundada por Alexandre Cuba, ficou a cargo da produção e foi auxiliada pelos alunos da Oficina de Produção Cultural. 

Além da música, a cultura esteve presente em outros formatos naquela sexta-feira. O Shawarma do Sheik colocou a culinária árabe em evidência com seu food truck e o público pode se deliciar com os tradicionais shawarmas de frango e de carne.

 

 

A primeira edição do Palco Arteculando cumpriu com o que prometeu. Ela promoveu a cultura em movimento e em conexão com a comunidade local da zona sul de São Paulo. A próxima edição está confirmada para o dia 27/02 com apresentação da banda Pulsos e da Academia de dança Pássaro Azul, além da experiência gastronômica do Shawarma do Sheik. Consulte nossa programação para acompanhar as próximas edições. Anote na sua agenda e traga sua família para a próxima edição.

🗓️ 27/02 às 16h
📍 Rua Sant’Ana, 201 – Vila São Pedro
🎟️ Entrada Gratuita | Classificação Livre

​Presenças confirmadas:
🎸 Escola de Música Tech Art musical
🎸 Workshop de Bateria Gilberto Juba
🌯 Shawarma do Sheik
🎓 Alunos de Música, Produção Cultural e Audiovisual

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Banda Tribo Now

A banda foi formada em 17 de dezembro de 2015, pelo multi-instrumentista Uki em busca das “Graças Perdidas”, juntamente com Ylla, vocalista e violinista de voz doce e violino melancólico. Eles procuraram músicos nos quatro cantos da Terra e em sua busca encontraram: Bass, baixista, construtor de linhas arrojadas, precisas e intensas, trazendo a densidade desejada ao som da banda. Encontraram Batera, baterista, em sua busca pelo ritmo e batida com o vigor primal necessário para implementar a construção sonora e musical que caracteriza a música da TRIBO NOW.

Juntos eles constroem uma fusão mirabolante de múltiplos estilos, ritmos e tendências, é o som multifusion, atrevido, ousado, suave, intenso e poderoso.

O ouvinte será levado numa viagem fantástica através dos poros da realidade, por meio deste experimento científico musical, chaqualhando seus esqueletos e cutucando suas consciências.

Uki é arranjador, compositor e luthier além de ser professor de música desde 1986. Iniciou os estudos musicais entre os 7 anos de idade, aprendendo os fundamentos do ritmo e da melodia. Estudou flauta doce e teoria musical. Formado pelo CLAM Centro Livre de Aprendizagem Musical, o conceituado conservatório do Zimbo Trio, onde teve aulas avançadas de guitarra com o mestre Conrado Paulino.

Participou de diversas bandas autorais desde 1989. A vocalista Ylla estuda violino desde 2008 com Prof. Misael Soares na escola de Artes São Paulo. Estudou canto com a Professora Cristina Allemann, percussão com o Professor e Músico Caio Prado do Samba da Vela. Atualmente integra a Orquestra Silvia Luizada, sob a regência da Maestrina Silvia Luizada, participando de Festivais importantes como Maifest e no Teatro Paulo Eiró, entre outros.

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Oss Botina Amarela – Evento Sertanejo

O “Baile da Cida” foi criado em fevereiro de 1995 por José da Silva e Maria Apparecida da Silva, que eram conhecidos por suas performances como os “Rouxinóis do Sertão.” O programa começou como uma série de apresentações em auditórios, onde amigos e músicos locais se reuniam para tocar e compartilhar suas músicas.

A energia das apresentações logo transformou o evento em um baile, onde o público participava ativamente, dançando e celebrando ao som da música sertaneja.

Com a entrada de Edgar Oliveira em meados de 2014, o programa passou por uma modernização e foi renomeado para “Sertanejo Mix, Jovens e Eternos” e atualmente “Os Botina Amarela”.

Edgar, com sua experiência e visão inovadora, trouxe novas ideias e formatos para o programa, mantendo a tradição, mas ao mesmo tempo, atraindo uma audiência mais jovem e diversificada. Mesmo após o falecimento de José da Silva em 2020, o programa continua a honrar seu legado, sendo um ponto de referência na cena da música sertaneja.

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Sérgião e banda Negro Luxo

O cantor Sérgião e sua banda Negro Luxo se apresenta na icônica casa de Cultura Manoel Mendonça também conhecida como Casa de Cultura de Santo Amaro, onde há exatos 25 anos se constituiu a Comunidade Samba da Vela, portanto o reduto de artistas do gênero na cidade de São Paulo, um espetáculo cheio de ritmo e energia, trazendo o melhor da cultura brasileira para o palco.

Com instrumentos tradicionais, como o pandeiro, o surdo e o cavaco, os músicos irão tocar uma variedade de estilos de samba, desde o samba-enredo até o samba-rock, mantendo o público dançando e cantando junto durante toda a apresentação. Com vocais poderosos e harmonias bem elaboradas, o grupo de samba cria um ambiente contagiante que transporta os espectadores diretamente para as raízes e a história do Samba. Uma experiência única de música e dança que vai fazer todo mundo balançar o corpo.

O cantor barítono com timbre forte e marcante possui um trabalho premiado que se consolidou nos anos 2000 ao receber o endorsement da Timbra/IZZO que é uma parceria na qual ambos caminham lado a lado dentro do seu mercado, levando a referência daquilo que confiam em relação a produtos e do talento em forma de arte do músico que a marca tem o prazer em divulgar oferecendo todos os instrumentos de percussão da marca.

Além disso, seu trabalho que tem como base o samba surpreende pelas fusões musicais propostas em seus shows, onde elementos da Black Music, Blues e Jazz no qual Sérgião foi influenciado e vivenciou ao longo de toda sua trajetória leva o público a uma experiência diferenciada com temas conhecidos que não são originalmente do samba.

Sérgião ainda divide com o público suas canções autorais como: “Águas Cristalinas”, “Leva pro mar”, “Amigo Zé” e “Diz que me ama” presentes nas principais plataformas digitais.

 

SERVIÇO

Samba do Sérgião: A História do Samba e do Povo Preto

Local: Praça Francisco Ferreira Lopes, 434 Santo Amaro.

Data: 14/02 Sexta-feira

Horário: 18h00

Entrada: Gratuita

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Mauro Mendes será homenageado no dia da Consciência Negra

No dia 20 de Novembro, celebramos o “Dia da Consciência Negra”, destacando a memória de Zumbi dos Palmares, principal personagem da resistência e da liberdade do povo africano, aqui no Brasil, escravizado.

A luta por direitos continua ainda hoje, através de personalidades, que ousam transformar seus ideais de justiça e reparação histórica, em arte ou ações sociais.

Mauro Mendes da Cruz, Mauro Mendes “O Coroa”, ou simplesmente Mauro Mendes, será homenageado como uma personalidade que luta pela promoção da igualdade racial na sociedade e na cultura, dentro do Prêmio Amanda França, dedicado a pessoas e entidades que zelam e zelaram pela Igualdade Racial em Osasco e Região. Nascido na cidade de  Delfim, Minas Gerais, cantor, compositor e defensor da causa afro e ancestral. Sua mãe Neucina Alves da Cruz, ou Mãe Neuci, sacerdotisa da Umbanda a mais de 40 anos na cidade de Osasco, lhe deixou o legado da luta pela preservação da cultura africana em nosso  sangue.

Por sua vez, Mauro Mendes é morador de Osasco há 54 anos, compositor de vários temas, entre eles da canção “África” cujos versos nos dizem: “Negro, nosso canto hoje é feliz, mas não vou me esquecer da nossa raiz, por que o negro é lindo e sempre será”. Atua hoje como Ogã no espetáculo ”Terreiro dos Aflitos” da Companhia Àgata de Artes, também dialoga com a intolerância religiosa.

O Prêmio Amanda França  é promovido pela Secretaria Executiva de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Amanda França foi à primeira secretária, sendo falecida em 2023, sendo Deise Ventura a atual secretária.

O título concedido a Mauro Mendes faz justiça, a quem sofreu por preconceitos na infância, serviu de amparo à preservação da religiosidade afro na família, incentiva a produção  teatral militante e transforma em música, o anseio por uma sociedade mais justa.

Quem quiser prestigiar o evento em que o título será entregue ao militante Mauro Mendes, abaixo todas as informações.

SERVIÇO:  Prêmio Amanda França

DATA:  27 de Novembro de 2024

HORÁRIO:  A partir das 18:00

LOCAL:   Teatro Grande Otelo Osasco, Rua Dimitri Sensaud de Lavoud, 100, Vila Campesina, Osasco, SP.

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