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Arteculando #42 recebe Marcio Geromel e Juba, integrantes da banda Spixelz

Nesta segunda-feira, 26/10, artista e gestor cultural Alexandre Cuba — apresentador do podcast semanal Arteculando — recebeu no estúdio da Alvarenga TV os músicos da banda de rock eletrônico Spixelz, dupla formada por Marcio Geromel e Gilberto de Souza, o “Juba”.

A trajetória pública de Marcio Geromel, que também é dono do DRK Studio (lugar em que o Arteculando era gravado anteriormente), inclui experiências anteriores em diferentes estilos, projetos de rock e trabalhos ligados à música eletrônica. Seu histórico musical também registra a participação na banda The Pills, que lançou um CD com circulação no Japão e na Europa.

Já o Juba é músico multi-instrumentista, com experiência como professor de bateria, participação em grupos musicais e produção musical. Além disso, ele estudou bateria no Centro Musical Morumbi e guitarra no Conservatório Santo Amaro.

Juba participou de maneira solo na primeira edição do Palco Arteculando, festival de artes integradas, em fevereiro deste ano. A banda Spixelz se apresentou na quinta edição, que também foi realizada na Casa de Cultura Hip-Hop Sul, localizada na zona sul de São Paulo.

 

Antigamente você tinha a gravadora e você tinha a rádio. Se você não cantasse em português, esquece. O cara nem ia te gravar e também não ia te tocar. Hoje isso acabou com a internet. São outros problemas, né? É um ambiente poluído demais, mas você pode, de repente, estourar uma música sua fora do Brasil. Eu já tive música minha lá estourada na França, por exemplo, como Geromel mesmo, com um som que eu fazia antes dos Spixelz. E hoje o Spixelz tem bastante ouvinte em Los Angeles, tem mundo afora aí, comentou Geromel sobre a escolha estética dos Spixelz cantarem em inglês.

Os integrantes do Spixelz também falaram dos desafios que enfrentam para encontrar lugares que encaixem com sua proposta musical.

O lugar que você vai tocar precisa ter um som muito bom para você ter um VS que contemple a música eletrônica. A gente foi visitar uma casa noturna agora no fim de semana que não tem muito sub. Então já é uma casa que a gente vai ter que pensar duas vezes pra tocar lá, porque vai faltar o punch. Então, uma banda de punk rock, por exemplo, vai ficar legal, vai funcionar. Agora, pro nosso som vai ficar muito magrinho, não é legal. Essa é a maior preocupação nossa: o som do local tem que estar bom. Música eletrônica, realmente, você precisa estar com o som top, senão não fica bom, complementou Geromel

A conversa de 1h falou sobre as influências da banda, a história pessoal dos integrantes, a cena underground, casas de show, o fato de cantarem em inglês, a identidade em geral do grupo e muito mais. Assista ao Arteculando #42 abaixo:

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Arteculando #41 recebe a jornalista e empreendedora social Midiam Almeida

Nesta segunda-feira (19/10), o Arteculando #41, programa semanal de produção cultural da Alvarenga TV, apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, recebeu a jornalista e empreendedora social Midiam Almeida.

Ela é comunicadora, jornalista, estrategista em comunicação e marketing, empreendedora social e uma mulher que acredita no poder da comunicação para transformar realidades. Além disto, Midiam é fundadora da Multipotencial Artes, agência especializada em comunicação estratégica, posicionamento de marcas, produção de conteúdo e desenvolvimento de projetos de impacto. Também é presidente da Associação Manas Pretas, onde lidera iniciativas voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino, à equidade racial, ao letramento racial e ao desenvolvimento comunitário, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer mulheres e famílias de Taboão da Serra e da Grande São Paulo.

Midiam falou bastante sobre sua história na comunicação e como se tornou a profissional que é hoje:

“É muito legal que nesse processo de comunicação com outras pessoas, teve muita gente que não queria que eu fosse comunicadora, queria que eu ficasse nos bastidores. Isso me travou por um bom tempo. Passei por isso com duas mulheres 50+, mais velhas, mulheres negras, inclusive. (…) Quando a gente volta pra contar sua história, a gente faz porque a gente esquece. Às vezes é tanto ataque que a gente esquece quem a gente é Então, sempre que eu tenho a oportunidade de falar do meu caminho, da comunicação, porque se eu tivesse as ouvido, eu tava lá de bastidores com medo de ocupar aquilo que não é meu. E olha só, se eu fosse tão ruim assim, eu não tava na na linha de frente de uma rádio, entrevistando, trazendo informação. E eu não abro mão da minha história. É doloroso, mas a gente segue e fica firme”, comentou.

Durante a entrevista com Alexandre Cuba, Midiam também exaltou sua participação no projeto Manas Pretas e como ele foi importante para sua trajetória:

É maravilhoso porque eu vim crescendo junto com o meu projeto. O projeto hoje é um projeto pessoal, ele sempre foi um projeto pessoal, é um projeto de propósito. Ele sempre foi um projeto que me moveu assim para a minha realidade. Eu não consigo falar do Manas Pretas sem pensar na Midiam de 15 anos que tava lá extremamente prejudicada e totalmente vulnerável. Então, hoje, quando eu ouço outras mulheres que aprenderam algo conosco, ou que eu inspirei outras mulheres a fazerem algo parecido com o que a gente faz, ou se encontraram com a gente e se sentem acolhidas, é muito satisfatório porque a gente entende que a gente tá no caminho certo.

Assista ao Arteculando #41 abaixo:

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Arteculando #40 recebe o publicitário e gestor musical Rafael Franco

Nesta segunda-feira (12/10), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba recebeu o convidado Rafael Franco no 40º episódio do Arteculando, programa semanal de produção e gestão cultural da Alvarenga TV.

Rafael Franco é publicitário, ex-baterista e gestor musical. Com 44 anos, Rafael apresenta uma enorme trajetória profissional e desfruta de uma vida marcada pela música, especialmente o rock. Após 10 anos como baterista da banda Extra Ative, ele levou sua bagagem de comunicação para o backstage da banda Sorte, onde cuida de toda a operação e gestão administrativa, garantindo a estrutura para que a nova geração (incluindo seus dois filhos) possa brilhar no palco.

Durante a entrevista com Cuba, eles falaram sobre a relação da filosofia com a música, o punk rock, o rock em geral, produção cultural, a influência do ambiente familiar e muito mais.

“Cara, eu passei por uma dificuldade psicológica um tempo atrás, e aí eu comecei a, na internet mesmo, no YouTube, consumir vídeos de estoicismo. O estoicismo é filosofia, mas uma filosofia mais prática, porém filosofia. E aí começou a apresentar outros autores. (…) E aí eu comecei a conhecer os outros autores também e comecei a usar coisas deles nas minhas composições”, comentou Rafael sobre a influência da filosofia no seu processo artístico.

Rafael continuou falando de filosofia durante a conversa e comentou sobre a influência de Platão em uma de suas composições:

Platão trouxe essa definição por meio de Sócrates: o amor é Eros porque é o desejo. O desejo só está presente naquilo que nos falta. Então o refrão vem com: “Se o desejo está na falta, é falta que tu me faz e, se os sentidos te enganam, meu bem, as suas razões te enganam bem mais”. Então eu gosto de colocar essas referências filosóficas (…). A filosofia acaba sendo um prato infinito pra isso, sabe? (…) tudo é filosofia se você parar pra pensar.

O programa Arteculando é exibido toda segunda-feira, das 19h às 20h, pelo app oficial da Alvarenga TV e também pelo canal da Alvarenga TV no YouTube.

Assista ao episódio 40 do Arteculando com Rafael Franco abaixo:

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Arteculando #39 inaugura nova era do programa com entrevista exclusiva de Alexandre Cuba

O episódio 39 do Arteculando foi ao ar nesta segunda-feira (05/10). O programa semanal de produção cultural, que é apresentado por Alexandre Cuba, artista, gestor cultural e idealizador do projeto, teve um formato inédito. Cuba foi o entrevistado desta vez e o entrevistador foi Pedro Baratelli, filmmaker, diretor e produtor da AlvarengaHub.

Esta edição também marcou uma nova fase do Arteculando. Agora o programa será gravado em um lugar novo, o estúdio da Alvarenga TV, localizado na Estrada da Alvarenga. Anteriormente, a gravação era feita no Studio DRK, na zona sul de São Paulo.

O programa 39 falou sobre a origem do Arteculando, produção e gestão cultural, comunicação digital, engajamento, arte, música, empreendedorismo e muito mais!

“Essa questão de a matemática parece que ela ganhou uma nova roupagem, por assim dizer, porque antigamente um milhão era uma coisa grandiosa. Se a gente analisar isso para o mundo da internet, se eu tiver um milhão de seguidores e eu não tenho 1% desses seguidores no meu evento físico, aí eu vou começar a questionar esse número de um milhão. Esse um milhão, ele serve para quê exatamente?”, refletiu Alexandre Cuba durante o programa #39 do Arteculando. O Arteculando existe como um podcast e também como um evento, o Palco Arteculando.

Alexandre Cuba também falou sobre o seu conceito de sucesso, uma ideia recorrente em outros programas do Arteculando:

A gente tem mania e já faz um tempo que a gente tem mania de se comparar com gente que já tá num posicionamento altíssimo do mercado. E o sucesso é uma coisa meio relativa, né? Porque você viver da sua arte, mesmo não sendo midiático, também é sinônimo de sucesso, então você não precisa estar no horário nobre, ali de toda e qualquer TV, para falar: “Ah, eu só tenho sucesso por conta disso”. O sucesso é uma coisa que você tem que internalizar e entender o que é sucesso pra você, porque acho que você poder acordar todos os dias e acordar bem, saudável, e fazer o que você gosta, isso é um baita sucesso,cara. Não é a validação dos outros que vai determinar.

Assista agora ao episódio 39 do Arteculando:

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Arteculando #37 recebe o empresário e produtor executivo João Robero

Nesta segunda-feira (21/09), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba recebeu o convidado João Robero no 37º episódio do Arteculando, programa semanal da Alvarenga TV.

João Robero é empresário, tour manager, produtor executivo, produtor cenográfico, diretor de produção e responsável por direção e gerenciamento artístico. Ele acumula 32 anos de atuação na realização de shows, eventos e produções cenográficas e artísticas. Seu trabalho abrange desde o alinhamento artístico — incluindo A&R (repertório), direção musical, produção musical, comunicação visual e planejamento de lançamentos — até o gerenciamento de carreiras artísticas, com foco em marketing, produção executiva, vendas de shows e estratégias de promoção. Também traz na bagagem a formação em Gestão de Eventos Sustentáveis pela Universidade das Quebradas (UFRJ), reforçando seu compromisso com inovação e responsabilidade no setor.

Durante a entrevista, Robero compartilhou um conselho para os artistas emergentes:

Se eu tenho só uma tesoura e não tenho a cadeira, comece a cortar o cabelo com a tesoura sem esperar ter a cadeira. Pega o moleque, bota ele na rua, entendeu? Corta ali na calçada, começa, faz acontecer. Começa, corta com o que tem e o milagre vai acontecer, Você provoca a energia para que aquilo aconteça (…) então, não adianta você orar.

Ele também compartilhou histórias pessoais, como a trajetória de seu pai no sertão.

Então, quando eu falo que me emociona, é porque é verdade. Meu pai é minha inspiração até hoje, sacou? Meu pai é minha referência, cara. Meu pai é o cara, um mestre, né? Tanto que ele é mestre de obra, né? E ele veio, ele saiu da Paraíba, é bem do povoado. Lá as terras são da nossa família, que terra lá não vale nada, é o sertão mesmo da Paraíba. Então, você ter 20 alqueires, cara, não quer dizer nada, porque não vale nada, não dá nada lá. Lá é o sertão do sertão da Paraíba.

Assista ao Arteculando #37 abaixo:

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Vozes Femininas: Arteculando #33 recebe Lúa Leille, Giovanna Castro e Giovanna Castelani

Nesta segunda-feira (24/08), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba — apresentador do programa semanal Arteculando — recebeu três vozes femininas que representam diferentes caminhos dentro da cena musical, mas que se encontram na paixão pela música: Lúa Leille, Giovanna Castro e Giovanna Castelani.

Lúa Leille transformou uma brincadeira em propósito de vida. Incentivada a mostrar seu talento, hoje trilha uma carreira marcada pela autenticidade e pela versatilidade.

Giovanna Castro é uma jovem artista que já carrega uma trajetória precoce e intensa. Cantora desde a infância e também atriz, ela traz frescor e energia ao cenário sertanejo. Ela falou um pouco mais de como a música transformou sua personalidade:

(…) Quando eu fui pro sertanejo, foi que eu me apaixonei verdadeiramente pela música. Querendo ou não, eu sempre fui uma criança muito tímida. Hoje em dia eu não sou nada tímida, mas, quando eu era criança, eu era muito timidazinha. Eu me escondia atrás da minha mãe. Então, com a música, com os palcos, eu fui me tornando quem eu sou hoje: tagarela, falo demais. Então isso me ajudou muito. É o poder da música, da arte, porque você consegue se expressar, você consegue se transformar e evoluir enquanto pessoa.

Giovanna Castelani é apaixonada pela música desde cedo. Ela viveu experiências em diferentes estilos, mas encontrou no sertanejo suas raízes e sua verdadeira identidade artística, emocionando o público com lembranças e sensações únicas. Durante a entrevista, ela falou sobre o poder da música e como esta conecta corações e memórias:

Eu estava cantando num lugar que a pessoa lembrou de um irmão que tinha falecido. A música era aquela do Henrique e Juliano, “A Maior Saudade”. Você jamais vai imaginar que a pessoa vai lembrar do irmão, mas por conta de uma frase que é: “a maior saudade de todos os tempos”. Você fica até sem graça, mas ao mesmo tempo você fica sem saber o que você faz, mas a pessoa se emocionou com você. Teve outras também da pessoa lembrar do marido que faleceu.

Assista abaixo ao episódio #33 do Arteculando:

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Arteculando #32 recebe o cantor Gabriel Oliveira

Na última segunda-feira (17/08), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba recebeu o cantor Gabriel Oliveira como convidado na 32ª edição do Arteculando, programa semanal de produção cultural e arte da Alvarenga TV que é transmitido via YouTube e o aplicativo oficial da emissora.

Gabriel Oliveira nasceu e foi criado na zona sul de São Paulo-SP, no bairro da Vila Natal, distrito do Grajaú.

Por conta do pai, cultivou desde cedo três grandes paixões: a música, o futebol (santista nato) e o universo dos carros.

Aos 6 anos cantava “Via Láctea”, de Lô Borges, e viajava nos arranjos e sonoridades de mestres como Beto Guedes e Milton Nascimento.

Autodidata pelo Cifra Clube, ele já teve como meta tocar o repertório do lado B da MPB. Atualmente, comanda um bar chamado Esquina 186, batizado com esse nome em uma clara e afetuosa homenagem ao lendário Clube da Esquina.

Sobre a pergunta tradicional de “qual é o caminho” para todos os artistas, Gabriel respondeu:

O caminho é lutar, ter esperança e vai dar certo. O negócio é confiar, né? Confiar, porque eu tô nessa também tá? Não deu certo ainda, tô tentando ainda. Mas é ter esperança, vai dar certo, uma hora vai chegar o seu momento, no seu período certo, tudo, tudo vai dar certo, tudo vai fluir naturalmente como deve ser.

O gosto e o conhecimento sobre MPB do convidado foram postos à prova na entrevista, e Gabriel falou sobre sua preferência entre dois gigantes da MPB: Milton Nascimento e Djavan:

Essa tem que ter uma resposta mais longa, porque eu tô trabalhando comigo, dentro de mim, pra ver o tamanho que o Djavan é pra mim. Talvez ele seja o maior artista da música brasileira em questão de harmonia, música, letra, tudo. Mas o Milton Nascimento, ele é um cara que eu sempre falo: “Você não pode comparar Milton Nascimento a ninguém”. Ele não se compara pra mim; ele é uma entidade, ele não se compara a ninguém.

Assista ao episódio 32 do Arteculando com Gabriel Oliveira abaixo.

 

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Arteculando #31 recebe o MC e arte-educador The Ka$h

Nesta segunda-feira (10/08), às 19h, o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba (@alexandrecubaoficial) recebeu Kaio Henrique (@_thekash), arte-educador e MC.

Ele é um artista do extremo Leste de São Paulo que faz do rap uma ferramenta de transformação. Kash também é produtor cultural, fundador da Batalha do Rodoanel, e construiu sua trajetória dentro do Hip-Hop, promovendo cultura, formação e oportunidades para a juventude periférica.

Seu mais recente trabalho, o álbum “UNDECIM”, representa um marco em sua caminhada, reforça sua identidade, flexibilidade de atuar em diversos estilos e realizar inúmeras colaborações com grandes nomes do rap nacional em prol do mesmo projeto.

Durante a entrevista, Ka$h falou um pouco mais da sua relação com o rap e como ela começou.

“Eu tenho um problema muito grande de identidade, tá ligado? Sou um cara adotado, mano. E aí eu fui criado por uma família muito conservadora. Minha mãe era pastora, minha mãe não está mais aqui, Deus a tenha. E meu pai também. Então, meu primeiro contato com o rap, com hip hop, foi por meio do rap gospel, mano”, comentou o entrevistado.

O convidado também falou sobre o processo de criação da Batalha do Rodoanel.

“Mais ou menos em 2018 eu saí de São Paulo e voltei depois de 2019, no final de 2018 para 2019. E aí, quando eu voltei, a gente criou a Batalha do Rodoanel, mano, ali no extremo leste. Bem no comecinho da Jacopesco, Jardim Guatemi e São Mateus. E essa batalha, mano, é um dos motivos de muita gente da ZL ter sido inserida nesse ramo cultural. Eu falo isso com maior orgulho e com maior razão, mano, porque eu sei do potencial do trabalho que a gente criou na comunidade, tá ligado? No impacto que nós tivemos”, explicou Ka$h

Assista ao episódio #31 do Arteculando abaixo.

 

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Arteculando #29 recebe o ator, produtor e diretor Eduardo Acaiabe

A 29.ª edição do Arteculando, programa semanal apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, foi ao ar nesta segunda-feira (27/07) e recebeu o convidado Eduardo Acaiabe.

Eduardo é ator, contador de histórias, produtor e diretor. Sua trajetória é marcada pelo teatro, cinema, televisão e pela valorização da cultura afro-brasileira.

No cinema, atuou em obras como “Bom Dia, Eternidade!”, “Família Vende Tudo”, “Lula, Filho do Brasil”, entre outras. Eduardo dirigiu artisticamente o Troféu Raça Negra em diferentes anos, além de atuar em iniciativas ligadas à cultura e ao teatro, inclusive na Secretaria de Estado da Cultura. Atualmente, Eduardo Acaiabe trabalha na TV Cultura como produtor do programa Persona e pauteiro no programa Metrópolis.

Durante a entrevista de uma hora com Alexandre Cuba, Eduardo falou sobre sua experiência com o cinema e destacou algumas histórias pessoais relacionadas à sua participação no filme “Lula, Filho do Brasil”:

Eu interpretava esse cara metalúrgico, e que eu, na minha cabeça, era o meu pai (…). Esse personagem, meu pai pô, eu sei quem é esse cara aqui. Quando eu entrei lá no sindicato pra filmar em São Bernardo do Campo, eu chorei feito criança porque eu ia lá com meu pai, cara. (…) Ele não era do sindicato de lá. Ele era de São Caetano, mas eles iam tudo lá. Eu conheci o Lula quando eu era pequeno, o Frei Chico, o povo do sindicato todo, toda essa galera eu conheci.

Acaibe também comentou sobre a história do seu tio João Acaiabe, nome que também marcou época na dramaturgia brasileira.

Cara, é que é muito difícil falar, porque ele era um cara sensacional, fora de série, amável, dócil, divertido. Em todo lugar que eu vou, que as pessoas o conheciam de trabalhar e tal, falaram: “Porra, seu tio era tão maneiro, cara”. Então, o que eu aprendi dele é essa confiança no ser humano. Ele botava muita fé no ser humano. Ele falava assim: “o teatro salva”. Ele me salvou também, ele agrega as pessoas.

Assista ao episódio 29 do Arteculando com participação de Eduardo Acaiabe abaixo!

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Arteculando #28 recebe a produtora cultural Carol Bastos

O episódio #28 do Arteculando, programa semanal apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, recebeu a produtora cultural Ana Carol Bastos para a tradicional entrevista de uma hora, gravada no DRK Studio e veiculada no canal do YouTube da Alvarenga nesta segunda-feira (20/07).

Carol é uma produtora cultural apaixonada pelas artes e pela transformação social. Natural do Vale do Paraíba e formada em Relações Públicas pela PUC-Campinas. Ela se especializou em Gestão de Projetos Culturais pela USP. Com experiência sólida em produção de eventos culturais, seu propósito é apoiar artistas no acesso às leis de incentivo, formar novos públicos e valorizar a diversidade cultural brasileira. Uma profissional que une sensibilidade, estratégia e impacto social.

Durante a conversa com Cuba, Carol destacou como começou sua trajetória na produção cultural.

Minha história com cultura começou muito cedo. Eu fiz parte de um projeto na minha cidade que era o teatro nas escolas. E eu sempre fui aquela pessoa envolvida com grêmio estudantil. E eu fui, comecei a me apaixonar pela questão da produção e ver o quanto isso envolvia as pessoas, né? O quanto você mexe com a comunidade, os pais. E isso começou a ser muito forte em mim, principalmente na questão teatral, que foi o começo de tudo, comentou.

Além disto, a convidada ressaltou a importância da arte na sua vida e na vida de outras pessoas.

Quando você se expressa, você se apaixona por aquilo e você realmente vê as coisas diferentes. A arte te faz pensar de uma forma diferente e você não sabe para onde a arte te leva. Eu nunca imaginei que eu ia estar aqui sentada conversando sobre gestão de projeto cultural, confessou.

Assista ao Arteculando #28 com a produtora cultural Carol Bastos abaixo.

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