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Vozes Femininas: Arteculando #33 recebe Lúa Leille, Giovanna Castro e Giovanna Castelani

Nesta segunda-feira (24/08), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba — apresentador do programa semanal Arteculando — recebeu três vozes femininas que representam diferentes caminhos dentro da cena musical, mas que se encontram na paixão pela música: Lúa Leille, Giovanna Castro e Giovanna Castelani.

Lúa Leille transformou uma brincadeira em propósito de vida. Incentivada a mostrar seu talento, hoje trilha uma carreira marcada pela autenticidade e pela versatilidade.

Giovanna Castro é uma jovem artista que já carrega uma trajetória precoce e intensa. Cantora desde a infância e também atriz, ela traz frescor e energia ao cenário sertanejo. Ela falou um pouco mais de como a música transformou sua personalidade:

(…) Quando eu fui pro sertanejo, foi que eu me apaixonei verdadeiramente pela música. Querendo ou não, eu sempre fui uma criança muito tímida. Hoje em dia eu não sou nada tímida, mas, quando eu era criança, eu era muito timidazinha. Eu me escondia atrás da minha mãe. Então, com a música, com os palcos, eu fui me tornando quem eu sou hoje: tagarela, falo demais. Então isso me ajudou muito. É o poder da música, da arte, porque você consegue se expressar, você consegue se transformar e evoluir enquanto pessoa.

Giovanna Castelani é apaixonada pela música desde cedo. Ela viveu experiências em diferentes estilos, mas encontrou no sertanejo suas raízes e sua verdadeira identidade artística, emocionando o público com lembranças e sensações únicas. Durante a entrevista, ela falou sobre o poder da música e como esta conecta corações e memórias:

Eu estava cantando num lugar que a pessoa lembrou de um irmão que tinha falecido. A música era aquela do Henrique e Juliano, “A Maior Saudade”. Você jamais vai imaginar que a pessoa vai lembrar do irmão, mas por conta de uma frase que é: “a maior saudade de todos os tempos”. Você fica até sem graça, mas ao mesmo tempo você fica sem saber o que você faz, mas a pessoa se emocionou com você. Teve outras também da pessoa lembrar do marido que faleceu.

Assista abaixo ao episódio #33 do Arteculando:

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Arteculando #32 recebe o cantor Gabriel Oliveira

Na última segunda-feira (17/08), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba recebeu o cantor Gabriel Oliveira como convidado na 32ª edição do Arteculando, programa semanal de produção cultural e arte da Alvarenga TV que é transmitido via YouTube e o aplicativo oficial da emissora.

Gabriel Oliveira nasceu e foi criado na zona sul de São Paulo-SP, no bairro da Vila Natal, distrito do Grajaú.

Por conta do pai, cultivou desde cedo três grandes paixões: a música, o futebol (santista nato) e o universo dos carros.

Aos 6 anos cantava “Via Láctea”, de Lô Borges, e viajava nos arranjos e sonoridades de mestres como Beto Guedes e Milton Nascimento.

Autodidata pelo Cifra Clube, ele já teve como meta tocar o repertório do lado B da MPB. Atualmente, comanda um bar chamado Esquina 186, batizado com esse nome em uma clara e afetuosa homenagem ao lendário Clube da Esquina.

Sobre a pergunta tradicional de “qual é o caminho” para todos os artistas, Gabriel respondeu:

O caminho é lutar, ter esperança e vai dar certo. O negócio é confiar, né? Confiar, porque eu tô nessa também tá? Não deu certo ainda, tô tentando ainda. Mas é ter esperança, vai dar certo, uma hora vai chegar o seu momento, no seu período certo, tudo, tudo vai dar certo, tudo vai fluir naturalmente como deve ser.

O gosto e o conhecimento sobre MPB do convidado foram postos à prova na entrevista, e Gabriel falou sobre sua preferência entre dois gigantes da MPB: Milton Nascimento e Djavan:

Essa tem que ter uma resposta mais longa, porque eu tô trabalhando comigo, dentro de mim, pra ver o tamanho que o Djavan é pra mim. Talvez ele seja o maior artista da música brasileira em questão de harmonia, música, letra, tudo. Mas o Milton Nascimento, ele é um cara que eu sempre falo: “Você não pode comparar Milton Nascimento a ninguém”. Ele não se compara pra mim; ele é uma entidade, ele não se compara a ninguém.

Assista ao episódio 32 do Arteculando com Gabriel Oliveira abaixo.

 

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Arteculando #31 recebe o MC e arte-educador The Ka$h

Nesta segunda-feira (10/08), às 19h, o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba (@alexandrecubaoficial) recebeu Kaio Henrique (@_thekash), arte-educador e MC.

Ele é um artista do extremo Leste de São Paulo que faz do rap uma ferramenta de transformação. Kash também é produtor cultural, fundador da Batalha do Rodoanel, e construiu sua trajetória dentro do Hip-Hop, promovendo cultura, formação e oportunidades para a juventude periférica.

Seu mais recente trabalho, o álbum “UNDECIM”, representa um marco em sua caminhada, reforça sua identidade, flexibilidade de atuar em diversos estilos e realizar inúmeras colaborações com grandes nomes do rap nacional em prol do mesmo projeto.

Durante a entrevista, Ka$h falou um pouco mais da sua relação com o rap e como ela começou.

“Eu tenho um problema muito grande de identidade, tá ligado? Sou um cara adotado, mano. E aí eu fui criado por uma família muito conservadora. Minha mãe era pastora, minha mãe não está mais aqui, Deus a tenha. E meu pai também. Então, meu primeiro contato com o rap, com hip hop, foi por meio do rap gospel, mano”, comentou o entrevistado.

O convidado também falou sobre o processo de criação da Batalha do Rodoanel.

“Mais ou menos em 2018 eu saí de São Paulo e voltei depois de 2019, no final de 2018 para 2019. E aí, quando eu voltei, a gente criou a Batalha do Rodoanel, mano, ali no extremo leste. Bem no comecinho da Jacopesco, Jardim Guatemi e São Mateus. E essa batalha, mano, é um dos motivos de muita gente da ZL ter sido inserida nesse ramo cultural. Eu falo isso com maior orgulho e com maior razão, mano, porque eu sei do potencial do trabalho que a gente criou na comunidade, tá ligado? No impacto que nós tivemos”, explicou Ka$h

Assista ao episódio #31 do Arteculando abaixo.

 

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Arteculando #29 recebe o ator, produtor e diretor Eduardo Acaiabe

A 29.ª edição do Arteculando, programa semanal apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, foi ao ar nesta segunda-feira (27/07) e recebeu o convidado Eduardo Acaiabe.

Eduardo é ator, contador de histórias, produtor e diretor. Sua trajetória é marcada pelo teatro, cinema, televisão e pela valorização da cultura afro-brasileira.

No cinema, atuou em obras como “Bom Dia, Eternidade!”, “Família Vende Tudo”, “Lula, Filho do Brasil”, entre outras. Eduardo dirigiu artisticamente o Troféu Raça Negra em diferentes anos, além de atuar em iniciativas ligadas à cultura e ao teatro, inclusive na Secretaria de Estado da Cultura. Atualmente, Eduardo Acaiabe trabalha na TV Cultura como produtor do programa Persona e pauteiro no programa Metrópolis.

Durante a entrevista de uma hora com Alexandre Cuba, Eduardo falou sobre sua experiência com o cinema e destacou algumas histórias pessoais relacionadas à sua participação no filme “Lula, Filho do Brasil”:

Eu interpretava esse cara metalúrgico, e que eu, na minha cabeça, era o meu pai (…). Esse personagem, meu pai pô, eu sei quem é esse cara aqui. Quando eu entrei lá no sindicato pra filmar em São Bernardo do Campo, eu chorei feito criança porque eu ia lá com meu pai, cara. (…) Ele não era do sindicato de lá. Ele era de São Caetano, mas eles iam tudo lá. Eu conheci o Lula quando eu era pequeno, o Frei Chico, o povo do sindicato todo, toda essa galera eu conheci.

Acaibe também comentou sobre a história do seu tio João Acaiabe, nome que também marcou época na dramaturgia brasileira.

Cara, é que é muito difícil falar, porque ele era um cara sensacional, fora de série, amável, dócil, divertido. Em todo lugar que eu vou, que as pessoas o conheciam de trabalhar e tal, falaram: “Porra, seu tio era tão maneiro, cara”. Então, o que eu aprendi dele é essa confiança no ser humano. Ele botava muita fé no ser humano. Ele falava assim: “o teatro salva”. Ele me salvou também, ele agrega as pessoas.

Assista ao episódio 29 do Arteculando com participação de Eduardo Acaiabe abaixo!

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Arteculando #28 recebe a produtora cultural Carol Bastos

O episódio #28 do Arteculando, programa semanal apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, recebeu a produtora cultural Ana Carol Bastos para a tradicional entrevista de uma hora, gravada no DRK Studio e veiculada no canal do YouTube da Alvarenga nesta segunda-feira (20/07).

Carol é uma produtora cultural apaixonada pelas artes e pela transformação social. Natural do Vale do Paraíba e formada em Relações Públicas pela PUC-Campinas. Ela se especializou em Gestão de Projetos Culturais pela USP. Com experiência sólida em produção de eventos culturais, seu propósito é apoiar artistas no acesso às leis de incentivo, formar novos públicos e valorizar a diversidade cultural brasileira. Uma profissional que une sensibilidade, estratégia e impacto social.

Durante a conversa com Cuba, Carol destacou como começou sua trajetória na produção cultural.

Minha história com cultura começou muito cedo. Eu fiz parte de um projeto na minha cidade que era o teatro nas escolas. E eu sempre fui aquela pessoa envolvida com grêmio estudantil. E eu fui, comecei a me apaixonar pela questão da produção e ver o quanto isso envolvia as pessoas, né? O quanto você mexe com a comunidade, os pais. E isso começou a ser muito forte em mim, principalmente na questão teatral, que foi o começo de tudo, comentou.

Além disto, a convidada ressaltou a importância da arte na sua vida e na vida de outras pessoas.

Quando você se expressa, você se apaixona por aquilo e você realmente vê as coisas diferentes. A arte te faz pensar de uma forma diferente e você não sabe para onde a arte te leva. Eu nunca imaginei que eu ia estar aqui sentada conversando sobre gestão de projeto cultural, confessou.

Assista ao Arteculando #28 com a produtora cultural Carol Bastos abaixo.

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Arteculando #27 recebe a atriz e apresentadora Priscilla Rosa

A edição #27 do Arteculando, programa apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, foi exibida nesta segunda-feira (12/07) e recebeu a convidada Priscilla Rosa.

Priscilla é atriz, apresentadora e arte-educadora. Ela é formada pelo teatro da PUC de São Paulo, com cursos em instituições como SP Escola de Teatro, Globe Institute e Braapa Escola de Atores. Além disto, também foi integrante do grupo Trapo por 8 anos, tendo participado da montagem e circulação de mais diversos espetáculos como “Senhora, sertão, menina”, “O banquete no Éden” e o monólogo “Eu, Chica”. Atualmente integra o elenco do coletivo Projeto Crioulos, no qual participa de duas peças: “Vida bandida” e “Mitologia Tropikal”.

Na entrevista de uma hora, Priscilla falou sobre sua carreira e fez uma reflexão sobre a semelhança entre os artistas e as crianças.

“A gente nasce artista, né? Toda criança é um artista. Tem essa máxima de que todo artista é uma criança que não desistiu, porque é isso: a gente nasce com arte na gente e aos poucos a gente vai se podando, conforme cresce, para caber socialmente, a gente acaba se podando, né?”, comentou.

Ela também falou sobre sua formação acadêmica, os cursos que fez e como eles moldaram sua carreira no teatro.

“Cara, eu acho que, o que mais ganhei com isso foi a variedade mesmo, a diversidade. E isso agregou demais assim na minha formação, né? Eu passei por inúmeros espaços, inúmeros mestres e isso me fez ter uma visão ampla do do fazer teatral, da arte como um todo, de forma geral, e poder explorar n linguagens.”

Priscilla também destacou os papéis que interpretou e falou de quando viveu Chica da Silva, personagem icônica da história brasileira.

“É muito incrível ter feito essa personagem que, vira e mexe, o Brasil, o grande público se debruça novamente sobre a história dela, né? Ela vai ser tema de samba-enredo no próximo carnaval. É uma personagem atualíssima e faz a gente se debruçar, refletir sobre a nossa história enquanto Brasil”, disse.

Assista ao episódio #27 do Arteculando abaixo. Todos os programas estão disponíveis no canal da Alvarenga TV no YouTube.

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Arteculando #26 recebe o artista e gestor cultural Mestre Fininho

A edição #26 do Arteculando, programa apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, foi exibida nesta segunda-feira (06/07) e recebeu Mestre Fininho como convidado.

Mestre Fininho é mestre de “Kapuera”, multiartista, responsável pela criação de saraus e projetos de hip hop. Ele já participou de diversos projetos sociais e movimentos de moradia, atuou como gestor na Casa de Cultura do Ipiranga Chico Science, tendo a primeira gestão de 2020 a 2023 e a atual gestão desde março de 2025. Fininho já passou um período em Angola realizando pesquisas fotográficas, registrando o cotidiano de lugares importantes do país.

A capoeira é uma parte importantíssima da identidade e da história de Mestre Fininho. Durante a entrevista para o Arteculando, ele destacou o papel e a importância da oralidade na transmissão do conhecimento feita por mestres da capoeira como ele.

“A oralidade é muito importante, é o que a capoeira faz, o mestre transmite através da oralidade. Ele vai falar, ele vai contar histórias, ele vai direcionar o seu aluno: falar sobre sociedade,sobre política, sobre o ser um ser político,o quanto isso te afeta e o quanto você tem que entender isso. Coisas que a escola não vai falar: nós vamos falar de revoluções, de lutas”, comentou.

O amor pela música e a curiosidade por aprender a tocar os instrumentos musicais envolvidos na capoeira foram o que o atraíram para a capoeira inicialmente. Fininho compartilhou um pouco mais dessa história na conversa de uma hora com Alexandre Cuba.

“Mano, isso mudou a minha vida. (…) é uma luta, é um esporte também, mas a música, a musicalidade — isso era um diferencial na capoeira, cara. (…) Era uma oportunidade de aprender a tocar, ter o contato com a música. O meu contato foi porque eu gostava de música, já desde molequinho, na fanfarra, tá ligado? E aí a capoeira, quando eu vi, ela me tocou. Aí, quando falaram que eu podia aprender aquilo, aí eu entrei”, relembrou Fininho.

Conheça essa e mais histórias assistindo à entrevista completa com o Mestre Fininho!

Assista ao episódio #26 do Arteculando abaixo. Todos os programas estão disponíveis no canal da Alvarenga TV no YouTube.

 

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Arteculando #25 debate educação e música com Tabata Mendes e Fino Dflow

O programa Arteculando, que é apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, aconteceu tradicionalmente nesta segunda-feira (29/06) e recebeu convidados muito especiais para o episódio #25: Tabata Mendes e Fino Dflow.

Tabata é produtora cultural, produtora de eventos, palestrante, oficineira e empresária. Ela falou um pouco mais sobre sua experiência profissional no episódio.

Eu desde muito cedo já atuava com eventos. (…) Sou produtora de eventos e divido o “evento” do “cultural” porque acho que tem uma diferença, né? Mas desde muito cedo eu atuava com produção de eventos, que era produzir festas, trabalhar em festas, fazer aqueles aniversários da família. Comecei fazendo aniversário de família, fazendo festa em escola e sempre gostei desse lado criativo de lidar com com a arte. Eu acho que fazer eventos é uma arte, fazer festas é uma arte. Você cria um sonho mesmo na produção cultural ou fazendo uma festa, complementa Tabata.

Fino é multiartista, poeta e arte-educador. O rap foi uma grande influência na sua carreira e ele compartilhou um pouco mais sobre sua relação com esse gênero musical no Arteculando. Sua experiência com o estudo de sonoplastia foi decisiva para sua formação artística.

Eu entrei na SP Escola de Teatro para fazer sonoplastia e aí é um curso intensivo, são dois anos, um curso técnico. E aí foram várias experimentações, cara, de poder entender aquilo que o hip hop já me trazia de camadas, de samples, de ter acesso a equipamento, de pensar a estrutura do som, o que que é o som com uma atmosfera, que ele pode trazer, formar, pensar artisticamente, disse Fino.

Ambos são parceiros no coletivo Saraund System e no projeto @literaturaemrap e compartilharam um pouco mais da sua experiência com esse importantíssimo trabalho de democratização de conhecimento e cultura por meio da música!

Tudo começa com o Flow, com esse ímpeto quando ele criou. E aí ele foi articulando essas pessoas que se tornaram essa rede do Saraund System. Para nós, ele representa esse trabalho coletivo, onde a gente se articula, fomentando a galera, fomentando a economia criativa. Porque eu acredito que a gente precisa se articular para as coisas acontecerem, comentou Tabata.

Assista ao episódio #25 do Arteculando abaixo. Todos os programas estão disponíveis no canal da Alvarenga TV no YouTube.

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Arteculando #24 recebe a comunicadora Marfim Rosa

Nesta segunda-feira (22/06), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba, criador do programa semanal Arteculando, recebeu Marfim Rosa como convidada. Ela é comunicadora, estrategista de conteúdo e produtora de eventos. Além disto, Marfim atua no digital desde 2013, à frente do ecossistema Marfim Rosa, desenvolvendo estratégias, conteúdos e experiências que conectam Beleza 50+, Empoderamento, Diversidade, Empreendedorismo e Longevidade.

A entrevista de uma hora com Cuba falou de vários temas importantes para Marfim, como sua presença no universo digital, empoderamento, a importância da diversidade, os desafios do mundo atual e muito mais.

Sobre o empoderamento, Rosa destacou durante a conversa:

O empoderamento, muitas vezes, para a mulher é a questão financeira, porque você tendo a possibilidade de você se manter, a liberdade financeira, você sai de relações de abuso. E eu não digo só em casa, mas digo de trabalho, você se pertencer melhor. Então o empoderamento ele sempre foi com essa questão da mulher se sentir: “Eu sou bonita, eu sou importante, mas eu preciso ter conhecimento”. Conhecimento que vem do empreendedorismo, que vem também de estudar. Não falo que necessariamente você precisa ser uma pessoa acadêmica, sempre que puder seja, mas de você ter conhecimento. O conhecimento está em todas as áreas.

O papo também passou pelo ecossistema digital e como ele mudou durante os últimos anos, além da visão da sociedade em relação a pessoas negras.

A transformação digital veio muito na questão de acessos, de ocupar espaços, da gente poder ter um pouco de qualidade em tudo que a gente estava fazendo, na cultura, na educação e a gente poder pertencer, porque não é a questão chata sempre de querer fazer esse recorte social, mas não tem como. Se eu chegar em qualquer lugar, do jeito que eu tô aqui, não adianta eu falar de qualquer especificação, qualquer prêmio que eu tenha, o que eu fiz nesses meus quase 52 anos, porque o que vai chegar primeiro é o meu cabelo, é a minha pele.

Assista ao episódio #24 do Arteculando com participação de Marfim Rosa abaixo.

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Arteculando #23 recebe o músico Claudio Goldman

Nesta segunda-feira (15/06), Alexandre Cuba — artista, gestor cultural e apresentador do Arteculando — recebeu Claudio Goldman, artista com 40 anos de trajetória como cantor, pianista e compositor. Seu currículo é gigantesco e fala por si mesmo. Ele construiu uma carreira marcada por versatilidade: da direção do Movimento Coral do Estado de São Paulo a temporadas internacionais, de jingles para grandes marcas a musicais como Pour Elise e Concertando a Broadway. Goldman foi indicado a prêmios como o Sharp e o Visa, além de ter integrado o elenco da versão brasileira de O Fantasma da Ópera. Suas músicas estão na rádio Antena 1 e sua atuação como Chazán (cantor litúrgico) reforça sua ligação com a comunidade judaica.

Claudio nasceu em uma família repleta de músicos, e isso teve uma influência profunda na sua carreira. Ele contou um pouco mais sobre isso durante a entrevista.

A minha mãe aprendeu piano, dava aula de violão e começou carreira de cantora quando a gente era pequeno. Chegou a cantar no mesmo palco que o Chico Buarque, Elis Regina. E a família não via isso com bons olhos naquela época (…) e deram um jeito dela parar de cantar. Depois ela virou artista plástica. E o meu pai era formado em piano clássico, mas virou engenheiro, depois virou político. Nunca seguiu. Mas a minha mãe já levava a gente com 3 anos de idade, eu e o meu irmão, para estudar percussão na FAAP. Depois aos 7 anos eu comecei a estudar bateria,  mas não segui como baterista. E depois eu fiquei com ciúme do meu irmão que tocava piano. Aí aos 12 anos eu comecei a estudar piano, eu tô com 64 agora. Eu toco piano desde os 12.

No final do episódio, Goldman respondeu à pergunta tradicional de Alexandre Cuba sobre “qual é o caminho?”, que é feita sempre no final de cada Arteculando.

O caminho do sucesso. Agora o caminho pra gente ser mais saudável emocionalmente, eu acho que a arte ajuda muito. Então, se você não toca, não canta, não faz arte, mas curte, parabéns, entendeu? Invista nessa sensibilidade, porque a nossa sociedade tá muito embrutecida. É só o dinheiro que fala e todo mundo se agredindo na rua. Então, acho que a arte cura, a arte salva. Já me salvou muitas vezes. E se você faz arte, é isso aí, cara. Independente de sucesso ou não, independente se é a sua atividade principal ou não, invista na arte, cara, porque a gente precisa disso, precisa de um respiro.

Assista ao episódio #23 do Arteculando com Claudio Goldman abaixo!

 

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