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Arteculando #27 recebe a atriz e apresentadora Priscilla Rosa

A edição #27 do Arteculando, programa apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, foi exibida nesta segunda-feira (12/07) e recebeu a convidada Priscilla Rosa.

Priscilla é atriz, apresentadora e arte-educadora. Ela é formada pelo teatro da PUC de São Paulo, com cursos em instituições como SP Escola de Teatro, Globe Institute e Braapa Escola de Atores. Além disto, também foi integrante do grupo Trapo por 8 anos, tendo participado da montagem e circulação de mais diversos espetáculos como “Senhora, sertão, menina”, “O banquete no Éden” e o monólogo “Eu, Chica”. Atualmente integra o elenco do coletivo Projeto Crioulos, no qual participa de duas peças: “Vida bandida” e “Mitologia Tropikal”.

Na entrevista de uma hora, Priscilla falou sobre sua carreira e fez uma reflexão sobre a semelhança entre os artistas e as crianças.

“A gente nasce artista, né? Toda criança é um artista. Tem essa máxima de que todo artista é uma criança que não desistiu, porque é isso: a gente nasce com arte na gente e aos poucos a gente vai se podando, conforme cresce, para caber socialmente, a gente acaba se podando, né?”, comentou.

Ela também falou sobre sua formação acadêmica, os cursos que fez e como eles moldaram sua carreira no teatro.

“Cara, eu acho que, o que mais ganhei com isso foi a variedade mesmo, a diversidade. E isso agregou demais assim na minha formação, né? Eu passei por inúmeros espaços, inúmeros mestres e isso me fez ter uma visão ampla do do fazer teatral, da arte como um todo, de forma geral, e poder explorar n linguagens.”

Priscilla também destacou os papéis que interpretou e falou de quando viveu Chica da Silva, personagem icônica da história brasileira.

“É muito incrível ter feito essa personagem que, vira e mexe, o Brasil, o grande público se debruça novamente sobre a história dela, né? Ela vai ser tema de samba-enredo no próximo carnaval. É uma personagem atualíssima e faz a gente se debruçar, refletir sobre a nossa história enquanto Brasil”, disse.

Assista ao episódio #27 do Arteculando abaixo. Todos os programas estão disponíveis no canal da Alvarenga TV no YouTube.

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Arteculando #21 debate a potência da arte com a atriz Mollis Serradura

Nesta segunda-feira (01/06), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba recebeu Mollis Serradura na 21ª edição do Programa Arteculando, que é exibido semanalmente no canal da Alvarenga TV do YouTube e no app da rádio — sempre às 19h.

Mollis Serradura, como é conhecida no meio artístico, é uma atriz formada em 2009 pela USJT em Artes Cênicas e em 2024 pela SP Escola de Teatro, na linha de estudo de atuação. Foi assistente de produção da Cia de Teatro Nois na Mala em A Vila dos Macacos; na Virada Paulista integrou o elenco de Coreomania pelo Coletivo Dramática. Ela é cofundadora dos coletivos teatrais Negrur4, Os Crias e Coletivo 23.

Mollis falou um pouco mais sobre sua relação com o teatro e a recepção de sua família quando ela anunciou que queria estudar esta área.

Eu lembro que eu falei: “Ah, vou fazer teatro”. E a minha mãe tinha todo e qualquer argumento para falar: “Não, vai fazer uma faculdade que te dê dinheiro”. Mas ela super apoiou desde o início. Então eu fiz a São Judas lá em 2007. Me formei em 2009 “.

Após o término da faculdade, ela acabou optando por trabalhar na área de telemarketing, mas nunca deixou de ser artista, como contou durante a entrevista.

Eu fui para esse universo do telemarketing. Fiquei bons anos lá, mas no começo com atendimento, só que depois eu fui pra área de treinamento. Porque eu via a pessoa dando treinamento e falava: “Ah, isso aí eu sei fazer”. Então, se eu ficar aí dando treinamento, todo dia vou ter plateia. (…) Eu lembro de ter visto isso, o Jota.pê (músico), ele falando que trabalhou com várias coisas ao longo da vida, mas ele nunca deixou de ser artista e a gente nunca deixa de ser artista.

🎬 O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. O programa Arteculando é exibido ao vivo semanalmente toda segunda-feira às 19h no canal do YouTube da emissora. Assista abaixo.

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Arteculando #19 recebe Marcos Di Assis (Diá MC) para discutir teatro, música e cinema

Nesta segunda-feira (18/05), no canal da Alvarenga TV no YouTube, o décimo nono episódio do Programa Arteculando, programa apresentado por Alexandre Cuba — produtor cultural, artista e idealizador do projeto —, recebeu o artista Marcos Di Assis no estúdio DRK, que é localizado na zona sul de São Paulo-SP. 

A conversa tradicional de uma hora rendeu uma troca riquíssima de histórias e sensibilidades sobre arte e cultura em geral. Marcos Di Assis (Diá MC, seu nome artístico na música) falou sobre sua trajetória em Irecê, a cultura nordestina, a influência de sua criação familiar, os principais capítulos de sua carreira musical, sua experiência no teatro e na atuação em geral, no meio audiovisual e também no cinema.

Entre os tópicos discutidos no Arteculando #19, o convidado falou sobre a diferença entre teatro e cinema — duas áreas caríssimas a ele. Diá também respondeu a uma pergunta do espectador sobre suas influências no audiovisual e citou o ator consagrado Wagner Moura e o diretor cearense Karim Aïnouz.

“No teatro, a gente é expansivo porque (…) eu  apresentando pra 200 pessoas, tem gente realmente muito longe. Então a voz é mais expansiva e a expressão [também]. A câmera, ela lhe busca, não tem necessidade, por isso às vezes tem filme que a gente assiste, sobretudo nos Estados Unidos e parece que o povo  sussurrando, nem mexe a boca direito. Os filmes do Kleber têm muito isso, porque o Kleber tem muito isso também.”
Marcos Di Assis também falou sobre sua visão em relação à arte. Para ele, não existe certo e errado na arte. Para isto, citou sua experiência pessoal ao assistir “O Agente Secreto”, filme indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional de 2026, que é dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura.

“Eu acho ruim a gente ficar muito com essa coisa de certo e errado na arte.  Vou dar um exemplo básico aqui: eu assisti ‘O Agente Secreto’ e sinceramente, teve uma coisa no final que eu (…) não gostei, só que eu entendi. Eu falei: “Entendi, diretor, o que queria me causar’, porque às vezes não é pra gostar mesmo. Às vezes é pra incomodar. (…) É pra afetar. Tem hora que o objetivo, inclusive de alguns diretores em alguma cena, pode ser incomodar e você ficar incomodado.

🎬 O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. O programa Arteculando é exibido ao vivo semanalmente toda segunda-feira às 19h no canal do YouTube da emissora. Assista abaixo.
 

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Quinto episódio do Programa Arteculando debate as militâncias culturais dos gestores Guilherme Bonfim e Camilo Torres

No quinto episódio do Arteculando, da Rádio Alvarenga TV, que foi exibido em 9 de fevereiro de 2026, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu os convidados Guilherme Bonfim e Camilo Torres. Tradicionalmente, o programa costuma contar sempre com dois participantes para estimular o debate – mediado pelo Cuba – entre a criação artística e os bastidores que envolvem a gestão cultural. Bonfim já esteve nos dois lados da disputa: primeiro na posição de artista e depois na posição de contratante.

Guilherme Bonfim é dramaturgo e diretor formado pela Escola de Arte Dramática da USP e autor de mais de vinte peças teatrais. Ele também foi o fundador do primeiro Conselho Municipal de Cultura e o vencedor do Prêmio Ademar Guerra. Além disto, ele também se destaca como gestor cultural em importantes espaços de São Paulo, contribuindo para o fortalecimento das políticas culturais e da produção artística independente.

Camilo Torres é ator, palhaço e produtor cultural premiado pelo ProAC, com presença marcante na Virada Cultural e em festivais do Brooklin, bairro tradicional da zona sul de São Paulo. Ele desenvolve trabalhos que levam humor, poesia e reflexão para escolas, ruas e diferentes espaços culturais da cidade.

A conversa, que como de costume durou pouco mais de uma hora, foi sobre as trajetórias de ambos nas militâncias culturais, suas experiências na gestão pública, os desafios da produção cultural (tanto pelo lado dos gestores como pelos artistas) e o papel da arte em todas suas vertentes como uma ferramenta de transformação e inclusão social. 

Guilherme é dramaturgo e falou de sua experiência teatral. Ele está montando uma peça desde março e contou as dificuldades para conseguir financiamento do poder público. Mesmo com todas essas atribulações, o artista está empenhado em encenar seu espetáculo em breve (22 de maio) no Teatro Pinheiros One. Já o Camilo é um palhaço e grande parte da sua experiência vem do circo. O artista destacou como o circo chega a áreas periféricas que outras artes não chegam.

O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. Os episódios do Programa Arteculando são exibidos semanalmente toda segunda-feira às 19h no app da Alvarenga TV e no canal do YouTube da emissora.

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Quarto episódio do Programa Arteculando recebeu o ator e gestor cultural Luiz Amorim

No quarto episódio do programa Arteculando, da Rádio Alvarenga TV, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu o convidado Luiz Amorim. A edição foi exibida em 2 de fevereiro de 2026.

Luiz Amorim é ator, dublador, locutor e gestor cultural. Dono de uma extensa e bem-sucedida carreira, ele recentemente foi responsável pela dublagem do personagem Presidente Thaddeus Ross / Hulk Vermelho no filme Capitão América: Admirável Mundo Novo (2025) da Marvel. Além disso, Amorim também atuou na peça “Julgamento de Sócrates” de Régis de Oliveira e esteve na direção do espetáculo “O Deus de Spinoza”.

Cuba começou a entrevista se referindo ao Amorim como um artista “completo” e perguntando a ele sobre suas principais referências no teatro. Seu aprendizado veio de múltiplas fontes, como a faculdade de psicologia que ele não concluiu e também o próprio movimento estudantil. O primeiro espetáculo em que ele participou foi “Amanhã é dia de pecar”, do Mário Lago. Em suas palavras, o teatro o conquistou a partir daquela experiência.

A entrevista também entrou em detalhes sobre as últimas peças em que Amorim participou: “Julgamento de Sócrates” e “O Deus de Spinoza”, duas obras inspiradas pelo trabalho de grandes filósofos da humanidade.

O reconhecimento da arte brasileira mundo afora, como as premiações recentes do cinema brasileiro com filmes como “O Agente Secreto”, do Kleber Mendonça Filho, e o impacto em outros artistas brasileiros, também foi um dos pontos altos do debate.

A conversa de uma hora de duração tratou da importância da divulgação da cultura na periferia, a extensa carreira teatral de Amorim (a logística da montagem de uma peça, suas referências teatrais) e também os desafios para a divulgação de seus trabalhos.

 

 

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Terceiro episódio Arteculando com Chico Cabrera e Henrique Guzzo

No terceiro episódio do programa Arteculando, da Rádio Alvarenga TV e afiliados, que foi exibido em 26 de janeiro de 2026, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu dois convidados: Chico Cabrera e Henrique Guzzo.

 

Chico Cabrera é ator, diretor e presidente da APETESP (Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de SP). Recentemente, ele encerrou os espetáculos “Avoar e Panos e Lendas” que esteve em cartaz durante muitos anos. 

 

Henrique Guzzo é autor, contador de histórias e também ator. Formado em Pedagogia e Teatro, iniciou seus trabalhos nos anos 1980 e participou de vários espetáculos como: “O Avarento”, “Camila Baker” e “O Mundo Mágico de Monteiro Lobato”, entre outros.

 

A conversa foi sobre a experiência de ambos com o trabalho no setor cultural em São Paulo, as perspectivas dos artistas independentes no mercado atual e do teatro brasileiro contemporâneo.

 

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Segundo episódio Arteculando debate gestão cultural e arte com Gislene Corrêa e Silvio Tadeu

No segundo episódio do programa Arteculando, da Rádio Alvarenga TV e afiliados, que foi exibido em 19 de janeiro de 2026, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu dois convidados: Gislene Corrêa e Silvio Tadeu.

Gislene Corrêa é gestora cultural com mais de 12 anos de atuação, ex-moradora do Jardim das Imbuias e atual coordenadora do Centro Cultural de Santo Amaro, com uma trajetória marcada pela gestão pública e cultural em diferentes territórios da cidade.

Silvio Tadeu é autor, ator, dramaturgo e produtor cultural, fundador da Cia Ágata de Artes, que há 24 anos constrói uma história sólida no teatro, com espetáculos reconhecidos como O Cortiço, Maria, a Bonita e Terreiro dos Aflitos.

O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. Os episódios do Programa Arteculando são exibidos semanalmente toda segunda-feira às 19h no app da Alvarenga TV e no canal do YouTube da emissora.

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Mauro Mendes será homenageado no dia da Consciência Negra

No dia 20 de Novembro, celebramos o “Dia da Consciência Negra”, destacando a memória de Zumbi dos Palmares, principal personagem da resistência e da liberdade do povo africano, aqui no Brasil, escravizado.

A luta por direitos continua ainda hoje, através de personalidades, que ousam transformar seus ideais de justiça e reparação histórica, em arte ou ações sociais.

Mauro Mendes da Cruz, Mauro Mendes “O Coroa”, ou simplesmente Mauro Mendes, será homenageado como uma personalidade que luta pela promoção da igualdade racial na sociedade e na cultura, dentro do Prêmio Amanda França, dedicado a pessoas e entidades que zelam e zelaram pela Igualdade Racial em Osasco e Região. Nascido na cidade de  Delfim, Minas Gerais, cantor, compositor e defensor da causa afro e ancestral. Sua mãe Neucina Alves da Cruz, ou Mãe Neuci, sacerdotisa da Umbanda a mais de 40 anos na cidade de Osasco, lhe deixou o legado da luta pela preservação da cultura africana em nosso  sangue.

Por sua vez, Mauro Mendes é morador de Osasco há 54 anos, compositor de vários temas, entre eles da canção “África” cujos versos nos dizem: “Negro, nosso canto hoje é feliz, mas não vou me esquecer da nossa raiz, por que o negro é lindo e sempre será”. Atua hoje como Ogã no espetáculo ”Terreiro dos Aflitos” da Companhia Àgata de Artes, também dialoga com a intolerância religiosa.

O Prêmio Amanda França  é promovido pela Secretaria Executiva de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Amanda França foi à primeira secretária, sendo falecida em 2023, sendo Deise Ventura a atual secretária.

O título concedido a Mauro Mendes faz justiça, a quem sofreu por preconceitos na infância, serviu de amparo à preservação da religiosidade afro na família, incentiva a produção  teatral militante e transforma em música, o anseio por uma sociedade mais justa.

Quem quiser prestigiar o evento em que o título será entregue ao militante Mauro Mendes, abaixo todas as informações.

SERVIÇO:  Prêmio Amanda França

DATA:  27 de Novembro de 2024

HORÁRIO:  A partir das 18:00

LOCAL:   Teatro Grande Otelo Osasco, Rua Dimitri Sensaud de Lavoud, 100, Vila Campesina, Osasco, SP.

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Bar Brahma e Alexandre Cuba homenageiam compositores negros

Bar Brahma, templo musical paulista, traz Alexandre Cuba, acompanhado do músico Junior Mississipi para homenagear compositores negros.

A CONSCIÊNCIA NEGRA 

O dia 20 de Novembro, foi instituído oficialmente como o “Dia da Consciência Negra“, celebrando a vida e a obra de Zumbi dos Palmares, principal ícone de resistência e acolhimento dos escravizados em nosso país.

Lembrar dessa resistência e o clamor por uma reparação histórica e social até os dias de hoje, é tornar pública também as influências africanas ao nosso povo.

Sem nos esquecermos que esse processo só ocorreu diante da escravidão de inocentes, basta citar a Gastronomia, Religião, Moda e finalmente a Música Popular Brasileira, algumas linguagens que traduzem a importância dessa miscigenação.

Essa última, a música com influência afro, ofereceu ao mundo o mais delicioso banquete sonoro, temperado por poesia, ritmo e vozes vindos do âmago de compositores afrodescendentes.

COMPOSITORES NEGROS SERÃO HOMENAGEADOS

O compositor e letrista Alexandre Cuba, apresenta no mês da consciência negra, no Bar Brahma, templo musical paulista, suas influências e inspirações, com o projeto “ Compositores Negros” , onde faz releituras das canções de artistas como Itamar Assumpção, Gilberto Gil, Djavan e clássicos de grandes compositores da nossa cultura popular.

Fundador da banda Cuba & Outras Ilhas em 2018, e também gestor cultural, atualmente se dedica à sua carreira solo ao lado do amigo advogado, multi-instrumentista e luthier Júnior Mississippi.

Cuba que compõe desde a década de 1980, influenciado por grandes nomes da nossa música popular brasileira, faz uma homenagem aos compositores negros que contribuíram de alguma forma para construção de sua carreira artística.

Com mais de 100 composições registradas na União Brasileira de Compositores, UBC, Alexandre Cuba passeia em seu repertório autoral com canções como: “Centro Velho”, “Sentidos”, “Feitiço” e “Tudo pra voltar no tempo”.

A canção “Centro Velho” foi composta em um período em que o artista se dedicava ao mundo corporativo, mais precisamente na área de Tecnologia da Empresa Folha de S.Paulo, onde transitou por mais de 20 anos na região, na qual o próprio icônico Bar Brahma pertence e serviu de palco para grandes nomes da nossa música brasileira.

Um trabalho com atmosfera teatral, por suas letras, arranjos e visuais que se misturam com a nostalgia da música poética e a atualidade intimista dos efeitos, que podem surpreender por suas execuções propostas não convencionais.

 

SERVIÇO:

Data: 27 de novembro de 2024
Local: Bar Brahma
Ambiente: Esquina da MPB
Horário de abertura do ambiente: 18:00
Horário previsto para início do evento: 20h30
Endereço: Avenida São João, 677 – República – São Paulo
Telefone de Reservas: (11) 94745-8186
Serviço de valet: R$ 40 (terceirizado)
Ingressos: Clique aqui
Censura: Menor de idade apenas acompanhado do responsável

 

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Espetáculo Musical, “Amanhã vai ser outro dia“, confirma universo feminino de Chico Buarque que completou 80 anos este ano

No centro do palco, duas mulheres encarceradas, que discutem as próprias vidas e o sistema carcerário, emolduradas pelas canções de Chico Buarque de Holanda, o compositor brasileiro que mais exaltou as mulheres em suas canções.

“Amanhã vai ser outro dia”, estreia dia 09 de Novembro, no Teatro Ruth Escobar, Sala Miriam Muniz, o mesmo edifício onde, em 1968, atores foram espancados pela ditadura militar, por encenarem ”Roda Viva”, espetáculo que trazia a música, do mesmo nome, composta por Chico.

Desta vez quem estará em cena, serão Beatriz e Carolina, duas mulheres em regime carcerário.

Uma é branca, frágil. A outra é negra, vaidosa e com experiência de vida, obtida no dia a dia das ruas.

O que essas duas mulheres têm em comum?

Primeiramente as duas estão privadas da liberdade.

Segundo, as duas possuem nomes que remetem a títulos de canções de Chico Buarque de Holanda, compositor brasileiro que completou 80 anos este ano, considerados uma das colunas da Música Popular Brasileira. Não obstante, Chico é considerado o compositor que mais abusou da temática feminista e feminina em suas canções, em uma época de ditadura patriarcal, machista e elitista!

Se Carolina e Beatriz estão presas, Chico Buarque ameniza as dores das duas mulheres com as suas canções.

O roteiro traz algumas composições de expressão do compositor carioca, como “Acorda Amor”, ”Carolina”, ”Deus lhe Pague” e a própria ”Roda Viva”.

Ao longo do espetáculo, Carolina ganha à simpatia de Beatriz, apesar das suas diferenças sociais, descobrindo dificuldades em comum nas histórias de vida de ambas.

O texto de “Amanhã vai ser outro dia” é de Aline Castro, direção de Isabela Dias. Em cena a própria Aline, atriz, cantora e produtora musical soteropolitana, radicada em São Paulo há três anos. Contracenando com esta, a atriz, cantora e compositora Miranda Cãe.

Na cela da delegacia, as duas personagens discutem histórias, vivem conflitos sociais e raciais.

Por que as duas mulheres estão presas? Segredos da produção do espetáculo, que será revelado aos espectadores.

Vamos descobrir?

SERVIÇO

Espetáculo: Amanhã vai ser outro dia
Local: Teatro Ruth Escobar – Sala Miriam Muniz
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista
Dias: De 09 a 30 de Novembro aos Sábados
Horário: 19:00 Horas
Classificação: 14 Anos
Duração: 70 min
Ingressos: R$ 80,00
https://www.teatroruthescobar.com.br

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