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Quinto episódio do Programa Arteculando debate as militâncias culturais dos gestores Guilherme Bonfim e Camilo Torres

No quinto episódio do Arteculando, da Rádio Alvarenga TV, que foi exibido em 9 de fevereiro de 2026, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu os convidados Guilherme Bonfim e Camilo Torres. Tradicionalmente, o programa costuma contar sempre com dois participantes para estimular o debate – mediado pelo Cuba – entre a criação artística e os bastidores que envolvem a gestão cultural. Bonfim já esteve nos dois lados da disputa: primeiro na posição de artista e depois na posição de contratante.

Guilherme Bonfim é dramaturgo e diretor formado pela Escola de Arte Dramática da USP e autor de mais de vinte peças teatrais. Ele também foi o fundador do primeiro Conselho Municipal de Cultura e o vencedor do Prêmio Ademar Guerra. Além disto, ele também se destaca como gestor cultural em importantes espaços de São Paulo, contribuindo para o fortalecimento das políticas culturais e da produção artística independente.

Camilo Torres é ator, palhaço e produtor cultural premiado pelo ProAC, com presença marcante na Virada Cultural e em festivais do Brooklin, bairro tradicional da zona sul de São Paulo. Ele desenvolve trabalhos que levam humor, poesia e reflexão para escolas, ruas e diferentes espaços culturais da cidade.

A conversa, que como de costume durou pouco mais de uma hora, foi sobre as trajetórias de ambos nas militâncias culturais, suas experiências na gestão pública, os desafios da produção cultural (tanto pelo lado dos gestores como pelos artistas) e o papel da arte em todas suas vertentes como uma ferramenta de transformação e inclusão social. 

Guilherme é dramaturgo e falou de sua experiência teatral. Ele está montando uma peça desde março e contou as dificuldades para conseguir financiamento do poder público. Mesmo com todas essas atribulações, o artista está empenhado em encenar seu espetáculo em breve (22 de maio) no Teatro Pinheiros One. Já o Camilo é um palhaço e grande parte da sua experiência vem do circo. O artista destacou como o circo chega a áreas periféricas que outras artes não chegam.

O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. Os episódios do Programa Arteculando são exibidos semanalmente toda segunda-feira às 19h no app da Alvarenga TV e no canal do YouTube da emissora.

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Quarto episódio do Programa Arteculando recebeu o ator e gestor cultural Luiz Amorim

No quarto episódio do programa Arteculando, da Rádio Alvarenga TV, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu o convidado Luiz Amorim. A edição foi exibida em 2 de fevereiro de 2026.

Luiz Amorim é ator, dublador, locutor e gestor cultural. Dono de uma extensa e bem-sucedida carreira, ele recentemente foi responsável pela dublagem do personagem Presidente Thaddeus Ross / Hulk Vermelho no filme Capitão América: Admirável Mundo Novo (2025) da Marvel. Além disso, Amorim também atuou na peça “Julgamento de Sócrates” de Régis de Oliveira e esteve na direção do espetáculo “O Deus de Spinoza”.

Cuba começou a entrevista se referindo ao Amorim como um artista “completo” e perguntando a ele sobre suas principais referências no teatro. Seu aprendizado veio de múltiplas fontes, como a faculdade de psicologia que ele não concluiu e também o próprio movimento estudantil. O primeiro espetáculo em que ele participou foi “Amanhã é dia de pecar”, do Mário Lago. Em suas palavras, o teatro o conquistou a partir daquela experiência.

A entrevista também entrou em detalhes sobre as últimas peças em que Amorim participou: “Julgamento de Sócrates” e “O Deus de Spinoza”, duas obras inspiradas pelo trabalho de grandes filósofos da humanidade.

O reconhecimento da arte brasileira mundo afora, como as premiações recentes do cinema brasileiro com filmes como “O Agente Secreto”, do Kleber Mendonça Filho, e o impacto em outros artistas brasileiros, também foi um dos pontos altos do debate.

A conversa de uma hora de duração tratou da importância da divulgação da cultura na periferia, a extensa carreira teatral de Amorim (a logística da montagem de uma peça, suas referências teatrais) e também os desafios para a divulgação de seus trabalhos.

 

 

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Terceiro episódio Arteculando com Chico Cabrera e Henrique Guzzo

No terceiro episódio do programa Arteculando, da Rádio Alvarenga TV e afiliados, que foi exibido em 26 de janeiro de 2026, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu dois convidados: Chico Cabrera e Henrique Guzzo.

 

Chico Cabrera é ator, diretor e presidente da APETESP (Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de SP). Recentemente, ele encerrou os espetáculos “Avoar e Panos e Lendas” que esteve em cartaz durante muitos anos. 

 

Henrique Guzzo é autor, contador de histórias e também ator. Formado em Pedagogia e Teatro, iniciou seus trabalhos nos anos 1980 e participou de vários espetáculos como: “O Avarento”, “Camila Baker” e “O Mundo Mágico de Monteiro Lobato”, entre outros.

 

A conversa foi sobre a experiência de ambos com o trabalho no setor cultural em São Paulo, as perspectivas dos artistas independentes no mercado atual e do teatro brasileiro contemporâneo.

 

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Segundo episódio Arteculando debate gestão cultural e arte com Gislene Corrêa e Silvio Tadeu

No segundo episódio do programa Arteculando, da Rádio Alvarenga TV e afiliados, que foi exibido em 19 de janeiro de 2026, o apresentador e produtor cultural Alexandre Cuba, idealizador do projeto, recebeu dois convidados: Gislene Corrêa e Silvio Tadeu.

Gislene Corrêa é gestora cultural com mais de 12 anos de atuação, ex-moradora do Jardim das Imbuias e atual coordenadora do Centro Cultural de Santo Amaro, com uma trajetória marcada pela gestão pública e cultural em diferentes territórios da cidade.

Silvio Tadeu é autor, ator, dramaturgo e produtor cultural, fundador da Cia Ágata de Artes, que há 24 anos constrói uma história sólida no teatro, com espetáculos reconhecidos como O Cortiço, Maria, a Bonita e Terreiro dos Aflitos.

O episódio completo está disponível no canal da Alvarenga TV. Os episódios do Programa Arteculando são exibidos semanalmente toda segunda-feira às 19h no app da Alvarenga TV e no canal do YouTube da emissora.

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Mauro Mendes será homenageado no dia da Consciência Negra

No dia 20 de Novembro, celebramos o “Dia da Consciência Negra”, destacando a memória de Zumbi dos Palmares, principal personagem da resistência e da liberdade do povo africano, aqui no Brasil, escravizado.

A luta por direitos continua ainda hoje, através de personalidades, que ousam transformar seus ideais de justiça e reparação histórica, em arte ou ações sociais.

Mauro Mendes da Cruz, Mauro Mendes “O Coroa”, ou simplesmente Mauro Mendes, será homenageado como uma personalidade que luta pela promoção da igualdade racial na sociedade e na cultura, dentro do Prêmio Amanda França, dedicado a pessoas e entidades que zelam e zelaram pela Igualdade Racial em Osasco e Região. Nascido na cidade de  Delfim, Minas Gerais, cantor, compositor e defensor da causa afro e ancestral. Sua mãe Neucina Alves da Cruz, ou Mãe Neuci, sacerdotisa da Umbanda a mais de 40 anos na cidade de Osasco, lhe deixou o legado da luta pela preservação da cultura africana em nosso  sangue.

Por sua vez, Mauro Mendes é morador de Osasco há 54 anos, compositor de vários temas, entre eles da canção “África” cujos versos nos dizem: “Negro, nosso canto hoje é feliz, mas não vou me esquecer da nossa raiz, por que o negro é lindo e sempre será”. Atua hoje como Ogã no espetáculo ”Terreiro dos Aflitos” da Companhia Àgata de Artes, também dialoga com a intolerância religiosa.

O Prêmio Amanda França  é promovido pela Secretaria Executiva de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Amanda França foi à primeira secretária, sendo falecida em 2023, sendo Deise Ventura a atual secretária.

O título concedido a Mauro Mendes faz justiça, a quem sofreu por preconceitos na infância, serviu de amparo à preservação da religiosidade afro na família, incentiva a produção  teatral militante e transforma em música, o anseio por uma sociedade mais justa.

Quem quiser prestigiar o evento em que o título será entregue ao militante Mauro Mendes, abaixo todas as informações.

SERVIÇO:  Prêmio Amanda França

DATA:  27 de Novembro de 2024

HORÁRIO:  A partir das 18:00

LOCAL:   Teatro Grande Otelo Osasco, Rua Dimitri Sensaud de Lavoud, 100, Vila Campesina, Osasco, SP.

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Bar Brahma e Alexandre Cuba homenageiam compositores negros

Bar Brahma, templo musical paulista, traz Alexandre Cuba, acompanhado do músico Junior Mississipi para homenagear compositores negros.

A CONSCIÊNCIA NEGRA 

O dia 20 de Novembro, foi instituído oficialmente como o “Dia da Consciência Negra“, celebrando a vida e a obra de Zumbi dos Palmares, principal ícone de resistência e acolhimento dos escravizados em nosso país.

Lembrar dessa resistência e o clamor por uma reparação histórica e social até os dias de hoje, é tornar pública também as influências africanas ao nosso povo.

Sem nos esquecermos que esse processo só ocorreu diante da escravidão de inocentes, basta citar a Gastronomia, Religião, Moda e finalmente a Música Popular Brasileira, algumas linguagens que traduzem a importância dessa miscigenação.

Essa última, a música com influência afro, ofereceu ao mundo o mais delicioso banquete sonoro, temperado por poesia, ritmo e vozes vindos do âmago de compositores afrodescendentes.

COMPOSITORES NEGROS SERÃO HOMENAGEADOS

O compositor e letrista Alexandre Cuba, apresenta no mês da consciência negra, no Bar Brahma, templo musical paulista, suas influências e inspirações, com o projeto “ Compositores Negros” , onde faz releituras das canções de artistas como Itamar Assumpção, Gilberto Gil, Djavan e clássicos de grandes compositores da nossa cultura popular.

Fundador da banda Cuba & Outras Ilhas em 2018, e também gestor cultural, atualmente se dedica à sua carreira solo ao lado do amigo advogado, multi-instrumentista e luthier Júnior Mississippi.

Cuba que compõe desde a década de 1980, influenciado por grandes nomes da nossa música popular brasileira, faz uma homenagem aos compositores negros que contribuíram de alguma forma para construção de sua carreira artística.

Com mais de 100 composições registradas na União Brasileira de Compositores, UBC, Alexandre Cuba passeia em seu repertório autoral com canções como: “Centro Velho”, “Sentidos”, “Feitiço” e “Tudo pra voltar no tempo”.

A canção “Centro Velho” foi composta em um período em que o artista se dedicava ao mundo corporativo, mais precisamente na área de Tecnologia da Empresa Folha de S.Paulo, onde transitou por mais de 20 anos na região, na qual o próprio icônico Bar Brahma pertence e serviu de palco para grandes nomes da nossa música brasileira.

Um trabalho com atmosfera teatral, por suas letras, arranjos e visuais que se misturam com a nostalgia da música poética e a atualidade intimista dos efeitos, que podem surpreender por suas execuções propostas não convencionais.

 

SERVIÇO:

Data: 27 de novembro de 2024
Local: Bar Brahma
Ambiente: Esquina da MPB
Horário de abertura do ambiente: 18:00
Horário previsto para início do evento: 20h30
Endereço: Avenida São João, 677 – República – São Paulo
Telefone de Reservas: (11) 94745-8186
Serviço de valet: R$ 40 (terceirizado)
Ingressos: Clique aqui
Censura: Menor de idade apenas acompanhado do responsável

 

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Espetáculo Musical, “Amanhã vai ser outro dia“, confirma universo feminino de Chico Buarque que completou 80 anos este ano

No centro do palco, duas mulheres encarceradas, que discutem as próprias vidas e o sistema carcerário, emolduradas pelas canções de Chico Buarque de Holanda, o compositor brasileiro que mais exaltou as mulheres em suas canções.

“Amanhã vai ser outro dia”, estreia dia 09 de Novembro, no Teatro Ruth Escobar, Sala Miriam Muniz, o mesmo edifício onde, em 1968, atores foram espancados pela ditadura militar, por encenarem ”Roda Viva”, espetáculo que trazia a música, do mesmo nome, composta por Chico.

Desta vez quem estará em cena, serão Beatriz e Carolina, duas mulheres em regime carcerário.

Uma é branca, frágil. A outra é negra, vaidosa e com experiência de vida, obtida no dia a dia das ruas.

O que essas duas mulheres têm em comum?

Primeiramente as duas estão privadas da liberdade.

Segundo, as duas possuem nomes que remetem a títulos de canções de Chico Buarque de Holanda, compositor brasileiro que completou 80 anos este ano, considerados uma das colunas da Música Popular Brasileira. Não obstante, Chico é considerado o compositor que mais abusou da temática feminista e feminina em suas canções, em uma época de ditadura patriarcal, machista e elitista!

Se Carolina e Beatriz estão presas, Chico Buarque ameniza as dores das duas mulheres com as suas canções.

O roteiro traz algumas composições de expressão do compositor carioca, como “Acorda Amor”, ”Carolina”, ”Deus lhe Pague” e a própria ”Roda Viva”.

Ao longo do espetáculo, Carolina ganha à simpatia de Beatriz, apesar das suas diferenças sociais, descobrindo dificuldades em comum nas histórias de vida de ambas.

O texto de “Amanhã vai ser outro dia” é de Aline Castro, direção de Isabela Dias. Em cena a própria Aline, atriz, cantora e produtora musical soteropolitana, radicada em São Paulo há três anos. Contracenando com esta, a atriz, cantora e compositora Miranda Cãe.

Na cela da delegacia, as duas personagens discutem histórias, vivem conflitos sociais e raciais.

Por que as duas mulheres estão presas? Segredos da produção do espetáculo, que será revelado aos espectadores.

Vamos descobrir?

SERVIÇO

Espetáculo: Amanhã vai ser outro dia
Local: Teatro Ruth Escobar – Sala Miriam Muniz
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista
Dias: De 09 a 30 de Novembro aos Sábados
Horário: 19:00 Horas
Classificação: 14 Anos
Duração: 70 min
Ingressos: R$ 80,00
https://www.teatroruthescobar.com.br

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Poetas invadem o teatro

Mário Quintana e Clarice Lispector  inspiram espetáculos em cartaz na cidade de São Paulo, realçando valores literários dos poetas brasileiros. 

O que Mário Quintana e Clarice Lispector têm em comum?

A fantasia, o sonho, a inspiração e a coragem de expor seus próprios sentimentos, exercendo a vocação para serem poetas do seu tempo.

Acrescentando o fato de ambos serem brasileiros e inspirarem dois espetáculos em cartaz no Teatro Ruth Escobar, Bela Vista, São Paulo,

Clarice Lispector, nascida na Ucrânia, chegou ao Brasil com dois meses de idade, com os pais, fugindo da perseguição aos judeus em 1920, durante a Guerra Civil Russa. Algumas de suas obras foram: “Perto do Coração Selvagem”, ”A Hora da Estrela”, ”A Cidade Sitiada”, entre outras. Seu estilo atemporal, a mistura de prosa e verso, se tornaram a sua maior marca registrada.

Mario Quintana, natural do Rio Grande do Sul, poeta, contista, cronista, tradutor e jornalista, se inspirou a partir do cotidiano para a composição das suas obras, expressando com simplicidade a vida comum. Linguagem simples, extremamente poética e reveladora dos sentimentos humanos, são as suas principais características.  Algumas de suas obras: “Rua dos cata-ventos”, “Esconderijos do tempo”, ”Baú de Espantos”.

Quem quiser conhecer um pouco mais da obra de Clarice e Mario, não pode deixar de assistir aos espetáculos, “O Livro dos Prazeres” e ”Café com Quintana”, ambos em cartaz no Teatro Ruth Escobar na cidade de São Paulo.

“O livro dos  prazeres”, romance de Clarice Lispector, publicado em 1969, narra o início do relacionamento amoroso entre Loreley, mais conhecida como Lóri, uma professora primária, e Ulisses, um professor de filosofia.

A tensão entre os dois, que tem objetivos e desejos diferentes, leva a um processo de aprendizagem e de autodescoberta.

A trilha sonora é primorosa e é de Edu Lobo, uma das colunas da nossa Música Popular Brasileira.

“Café com Quintana” traz um encontro fictício de Mário Quintana com Juvenal, um garçom que vê a sua vida se transformar  ao conhecer o poeta e a sua obra. Em uma jornada divertida e poética, Juvenal descobre que a vida vai muito além do que se vê pela televisão, e desenvolve a paixão pela poesia. As reflexões e sensações trazidas pelas poesias e histórias de Mário Quintana transformam Juvenal, que ganha um novo mestre e amigo para a vida toda.

Os dois espetáculos procuram trazer à tona a grandeza poética de seus autores escolhidos, propõe também uma reflexão e um apelo ao homem moderno e tecnológico, para que bebam mais da fonte de sonhos, inspiração e humanidade que emolduram a suas obras.

SERVIÇO:

“O Livro dos Prazeres”

Autoria:  Clarice Lispector

Adaptação:  Melise Maia

Elenco:  Melise Maia  e Caio Paduan

Direção:  Ernesto Picolo

Trilha Sonora:  Edu Lobo

Quando:  Quartas e Quintas às 20 horas

Até 30.10

 

“Café com Quintana“  

Autoria:  Alex Rieguel

Elenco:  Rafael Dib e Pedro Lourenço

Direção:  Carlinhos Machado

Quando:  Domingos às 18 Horas

Até 27/10

Teatro Ruth Escobar

Rua dos Ingleses, 209  Bela Vista  SP.

Ingressos podem ser adquiridos no site:  www.ruthescobar.com.br

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No mês das crianças, Teatro Ruth Escobar apresenta novas versões para eternas histórias

Era uma vez… não, não era uma vez! Continua sendo!
Chapeuzinho Vermelho, a turma do Sítio do Pica-pau Amarelo, a Bela e a Fera e outros contos que fizeram a fantasia de gerações de crianças no passado, voltam ao centro do palco para comemorar o Mês das Crianças, comemorado em 12 de Outubro.

Dia 12 de Outubro se comemora o Dia das Crianças e o Teatro Ruth Escobar, espaço icônico, localizado na Bela Vista, São Paulo, apresenta durante todo o mês versões em espetáculos infantis, para contos conhecidos por várias gerações.

Não importam quantas vezes uma estória já foi contada, a nova forma de contá-la, é o que importa, pois a mensagem dirigida a crianças e adultos continua necessárias, ainda que estejamos na mais tecnológica fase da humanidade. E talvez por isso, os contos infantis sejam ainda tão procurados. Se o cotidiano nos afasta da fantasia, contos, estórias e lendas nos reaproximam.

“Chapeuzinho Vermelho e a lição de amizade” estreou neste domingo, 06 de Outubro ás 15 horas e traz uma nova versão para a estória de uma garota curiosa e corajosa, que é enviada por sua mãe para cuidar de sua vovó, que está doente, levando-lhe um cesto de pão, bolo e suco de maçã. No caminho, ela encontra o esperto lobo, que a convence a ir para outra direção e, assim, consegue chegar antes dela na casa da vovó.
O espetáculo é uma adaptação encantadora, inspirada na clássica historia dos irmãos Grimm, reimaginada para encantar e educar crianças de todas as idades.

“A Bela e a Fera”, com adaptações de sucesso, para cinema, musical e balé, tem seu espaço garantido no Teatro Ruth Escobar, Um musical cantado totalmente ao vivo, com cenários e figurinos deslumbrantes.

Bela, uma moradora de uma pequena aldeia francesa, tem o pai capturado
pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do seu pai.
No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.

Com várias versões em desenho animado, “A Pequena Sereia Ariel”, também ocupa o palco do Ruth Escobar e narra a aventura de Ariel rumo ao seu sonho.
Sempre com a companhia de seus amigos Linguado e Sebastião, enfrenta a ganância de Úrsula, a Bruxa do Mar. Uma experiência inesquecível, repleta de magia e com músicas cantadas ao vivo. Você não pode perder esse espetáculo emocionante.

Os títulos de estórias infantis brasileiras tem seu espaço garantido na agenda do Ruth Escobar, aqui representados por dois grandes nomes da nossa literatura.

“Os Saltimbancos”, Chico Buarque de Holanda traduziu e adaptou para o português, no final de 1976 a peça teatral de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, que por sua vez haviam feito uma adaptação do conto “Os Músicos de Bremen”, dos irmãos Grimm. Narra à história do encontro de quatro animais (um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata), que devido a maus tratos, fugiram de seus patrões. Juntos decidem formar um grupo musical e rumam à cidade para começar a carreira artística. No caminho encontram seus antigos donos e temendo serem novamente escravizados, resolvem enfrentá-los. Os bichos vencem e chegam à conclusão de que unidos conseguirão superar todas as dificuldades.

Monteiro Lobato, comparece com seus personagens na versão “A Turma do Sítio Contra Cuca”.

Emília, Narizinho, Visconde e Rabicó precisam lidar com a temida Cuca, que adora fazer travessuras com a Turma do Sítio, e ela por sinal sempre se dá mal no final. Mas dessa vez é diferente, ela se superou, teve uma ideia brilhante, fez o feitiço certo. Será que foi o certo mesmo?

Com muita música, dança e texto interativo, vamos acompanhar essa deliciosa história com os personagens que marcaram e que ainda marcam gerações.

E quem quiser assistir a mais de um espetáculo, pode contar com as facilidades do Cartão Fidelidade, que garantirá 50% de desconto, a quem adquirir um ingresso em qualquer espetáculo no Teatro Ruth Escobar.

Dias das crianças chegando, diversão garantida, com novas versões para eternas estórias.

SERVIÇO:

“A Bela e a Fera“
Sábados e Domingos às 15 horas

“Saltimbancos“
Sábados às 17 horas

“A Turma do Sítio contra a Cuca“
Sábados às 16 horas

“Chapeuzinho Vermelho“
Domingos às 15:30

“A Pequena Sereia Ariel“
Domingos às 15 horas

Os ingressos podem ser adquiridos através do site: www.teatroruthescobar.com.br

Teatro Ruth Escobar
Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista- São Paulo – SP.

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Comédia vitoriosa, “O Vison Voador” reestreia no Teatro Ruth Escobar

Traduzida por Marcos Caruso, comédia é sucesso desde a década de 80, quando foi dirigida inicialmente por Ary Toledo, se tornando um sucesso de bilheteria desde então.

Marcos Caruso, lenda viva do teatro traduziu, trazendo a comicidade londrina para o Brasil.

Léo Stefanini, com ampla experiência no Teatro e TV, dirige e atua e está de volta a São Paulo, um dos maiores fenômenos de bilheteria, “O Vison Voador”.

Lançada inicialmente na década de 80 quando foi dirigida por Ary Toledo, a comédia não parou mais de ser encenada.

A trama acontece dentro de uma elegante loja de peles onde Gilberto (LEO STEFANINI) é gerente e sócio; e para conquistar Silvia (CARLA PAGANI) a presenteia com um casaco de vison. Os problemas começam surgir quando César (RICARDO CICILIANO) o marido de Silvia, decide presentear sua secretária, Brigite (MARISA MAIA) com o mesmo vison. Armando (o impagável MARCELO IAZZETTI), estilista da loja, e Rosita (CARLA FIORONI), a secretária, ficam no centro de toda confusão, que piora, com a chegada antecipada de Beatriz (ADELITA DEL SENT), esposa de Gilberto e dona da loja.

Situações improváveis e encontros inesperados entre pessoas que não podem encontrar-se desencadeiam cenas hilariantes que levam o público ao delírio.

Para o diretor LÉO STEFANINI não há exagero em afirmar que essa é uma das maiores comédias de todos os tempos, por ter a capacidade de levar o público às gargalhadas, com o perfeito jogo de encontros e desencontros, surpresas, agilidade e talento dos atores e o milimétrico e preciso abrir e fechar de portas. “Trazer este espetáculo é resgatar o contato generoso com o público e nos tornar próximos de novo. Viva a comédia! Viva o público!”

Espetáculo: “O Vison Voador “
Texto Original: Ray Cooney e John Chapmann.
Tradução: Marcos Caruso
Direção: Léo Stefanini
Elenco: Leo Stefanini, Carla Fioroni, Marcelo Iazzetti, Carla Pagani, Ricardo Ciciliano, Adelita Del Sent e Marisa Maia.
Onde: Teatro Ruth Escobar
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista
Horário: Sábados às 20 horas / Domingos às 19:30

Ingressos à venda pelo site : clique aqui

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