Arteculando #37 recebe o empresário e produtor executivo João Robero

Nesta segunda-feira (21/09), o apresentador, artista e gestor cultural Alexandre Cuba recebeu o convidado João Robero no 37º episódio do Arteculando, programa semanal da Alvarenga TV.

João Robero é empresário, tour manager, produtor executivo, produtor cenográfico, diretor de produção e responsável por direção e gerenciamento artístico. Ele acumula 32 anos de atuação na realização de shows, eventos e produções cenográficas e artísticas. Seu trabalho abrange desde o alinhamento artístico — incluindo A&R (repertório), direção musical, produção musical, comunicação visual e planejamento de lançamentos — até o gerenciamento de carreiras artísticas, com foco em marketing, produção executiva, vendas de shows e estratégias de promoção. Também traz na bagagem a formação em Gestão de Eventos Sustentáveis pela Universidade das Quebradas (UFRJ), reforçando seu compromisso com inovação e responsabilidade no setor.

Durante a entrevista, Robero compartilhou um conselho para os artistas emergentes:

Se eu tenho só uma tesoura e não tenho a cadeira, comece a cortar o cabelo com a tesoura sem esperar ter a cadeira. Pega o moleque, bota ele na rua, entendeu? Corta ali na calçada, começa, faz acontecer. Começa, corta com o que tem e o milagre vai acontecer, Você provoca a energia para que aquilo aconteça (…) então, não adianta você orar.

Ele também compartilhou histórias pessoais, como a trajetória de seu pai no sertão.

Então, quando eu falo que me emociona, é porque é verdade. Meu pai é minha inspiração até hoje, sacou? Meu pai é minha referência, cara. Meu pai é o cara, um mestre, né? Tanto que ele é mestre de obra, né? E ele veio, ele saiu da Paraíba, é bem do povoado. Lá as terras são da nossa família, que terra lá não vale nada, é o sertão mesmo da Paraíba. Então, você ter 20 alqueires, cara, não quer dizer nada, porque não vale nada, não dá nada lá. Lá é o sertão do sertão da Paraíba.

Assista ao Arteculando #37 abaixo:

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Arteculando #36 recebe Os Enrockecidos, grupo formado por Julysk e Brenner Paixão

O episódio n.º 36 do Arteculando, programa semanal da TV Alvarenga, recebeu Julysk e Brenner Paixão, integrantes do grupo Os Enrockedicos. O programa, que é apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, foi ao ar nesta segunda-feira (14/09).

Julysk (Juliana Neves) é trompetista, cantora, compositora, professora de artes e filha de Madan Neves, que vem conduzindo o processo de resgate e o lançamento de um disco inédito e póstumo do artista.

“Eu sinto que ele está acompanhando tudo isso. Ele deve tá muito orgulhoso desse trabalho todo, e eu também estou muito orgulhosa de ter pessoas muito boas que estão nos apoiando, que estão tocando com a gente e que abraçou esse projeto junto com a gente. Então eu também fico muito orgulhosa disso”, comentou July sobre seu pai Madan.

Brenner Paixão é cantor, compositor, percussionista, professor e ator, artista com uma trajetória profundamente ligada à música, à cultura popular brasileira, ao teatro e à pesquisa de diferentes linguagens. Juntos, eles integram Os Enrockecidos e desenvolvem um trabalho que transforma palavra em som, memória em presença e poesia em experiência musical.

“Eu lembro da época dessas lives. O Zeca Baleiro falou uma coisa pra Juliana, uma frase assim: “Pra mim, o Madan, o cara é especialista em musicar poemas”. Ele tem um segredo. Ele pega ali a poesia e torna, vira uma música. “É uma coisa específica dele, específica, a nota certa ali, o estilo, né, como vai ser cantado, o tom”, comentou Brenner sobre a habilidade de Madan Neves.

Assista ao episódio 36 do Arteculando abaixo:

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Circuito Sertanejo: Arteculando #35 recebe Marcos Paulo, Thony Souza e Isabely Araújo

Nesta segunda-feira (07/09), o 35º episódio do Arteculando recebeu três artistas em momentos diferentes de suas carreiras e perseguindo o mesmo lugar ao Sol no circuito sertanejo: Marcos Paulo, Thony Souza e Isabely Araújo. Todos são artistas que contam com o apoio e produção da AMEM PRODUÇÕES, do produtor musical Anderson Micheletti.

Marcos Paulo é um recém-chegado à produtora e já prepara o lançamento de cinco músicas autorais. Com experiência nos palcos ao vivo, traz a expectativa e a energia de quem está iniciando uma nova fase.

[O modão e os clássicos] são a nossa cultura, nossa raiz, cara. No meu tempo, nas rádios era só sertanejo mais raiz: João Mineiro, Mato Grosso. Depois dos anos 90, quando foi entrando o pagode, já foi tendo mais espaço, Marcos comentou sobre o que o modão e os clássicos do sertanejo representam para ele.

Thony Souza, músico há 20 anos, encontrou no sertanejo sua expressão definitiva. Com repertório variado e shows em casas renomadas da Grande São Paulo, conquistou público fiel e consolidou seu espaço com dedicação e carisma.

Isabely Araújo, que descobriu seu talento ainda na infância com um karaokê, lançou em 2024 seu EP e vem se destacando pela entrega e paixão em cada projeto, mostrando que sua trajetória está apenas começando.

“Aí minha mãe falou assim: “Ah, será que ela canta bem mesmo?” Aí, depois de um tempo, uma rádio da Bahia viu os meus vídeos e me convidou para eu ir lá na rádio. foi aí que começou a carreira de cantora”, Isabely comentou sobre o começo de sua carreira como cantora.

Assista ao episódio 35 do Arteculando abaixo:

 

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Arteculando #34 recebe o cineasta e ator Gê Filho

O 34.º episódio do Arteculando, programa semanal apresentado pelo artista e gestor cultural Alexandre Cuba, recebeu o cineasta e ator Gê Filho no DRK Studio para a gravação de uma entrevista exclusiva que foi ao ar nesta segunda-feira (31/08) no canal do YouTube da Alvarenga TV.

Gê é produtor audiovisual, roteirista, cineasta e estudioso da improvisação teatral. Ele iniciou sua carreira em 2015 no humor stand-up e logo migrou para a produção de vídeos de comédia para YouTube e TV. Em 2021, lançou “Amanhã você vai embora”, seu primeiro longa-metragem, que aborda saúde mental, luta antimanicomial e violência contra crianças e adolescentes. O filme foi premiado em festivais nacionais e internacionais. Gê também é responsável por curtas e médias metragens como “Dez reais”, “Fuga de Kairós”, “Cem reais” e o mais recente “O que corre em nós”. Sua trajetória independente mostra a força da arte como reflexão social e como ferramenta de transformação.

Durante a entrevista, Gê falou sobre sua carreira no cinema e sobre o sucesso de seu primeiro filme:

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